quarta-feira, 24 de outubro de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
Bom dia!!!
Sou assinante do Zenit, um site que nos atualiza junto ao Papa, e recebi este texto e achei interessante e gostaria de partilhar com vocês.
A história tem sentido na páscoa
Diretor da Renovação Carismática explica como a ressurreição vence a rejeição do amor
Por Salvatore Martinez
ROMA, quinta-feira, 29 de março de 2012 (ZENIT.org) - Se a Páscoa marca a libertação do homem de toda escravidão do pecado e da morte, o pentecostes representa o recebimento de toda a energia espiritual capaz de combater o mal que ameaça o coração do homem e do mundo.
Ou se reina com Cristo na terra, com a vitória de Cristo e com o poder do seu Espírito, "não deixando que o mal vença, mas vencendo o mal com o bem" (cf. Rom, 12, 21), ou o reino de Satanás avançará sempre mais dolorosamente. A páscoa, com a ressurreição de Jesus, abre as portas do céu, do reino de justiça e de paz, da casa de Deus onde não haverá morte nem pranto, nem clamor, nem dor (cf. Ap 21, 3-4).
Desde que o homem deixou de acreditar no céu, transformou sua vida em algo que se assemelha a um inferno. O inferno na terra é, acima de tudo, a ausência da páscoa de Jesus, uma ausência que é rejeição do amor. Já é o inferno viver sem saber dar nem receber amor. Dizer-se cristão é fácil; ser cristão no generoso serviço à verdade e à atualidade dos mandamentos do amor de Deus é o grande desafio.
A páscoa significa, hoje, dar um rosto ressuscitado, um rosto de amor aos mandamentos de Deus, que não são uma sequência de imperativos negativos, mas um pedido de compromisso, um chamado a construir uma civilização do amor.
Assim, "não matar" significa proteger a vida, e desde o ventre materno. “Honra teu pai e tua mãe” é um apelo a defender a família natural. “Não levantarás falso testemunho” é a celebração da verdade e a defesa da dignidade humana.
Quem vai ensinar às futuras gerações a arte de viver, se somos os primeiros a parar de construir com esperança? Estamos aceitando passivamente que o reino do subjetivismo exasperado continue a produzir e a justificar a proliferação da crueldade e da violência.
Sim, porque o egoísmo é uma escola de crueldade. Particularmente notável, então, é esta nossa humanidade que vira as costas para o amor e que chora por abrir à sua frente um cenário de tristeza e de desolação.
A Paz: uma pessoa que se dá
É cada vez mais urgente achar as razões determinantes da reconciliação e do perdão, para inspirar a paz entre os homens, para criar uma cultura de paz que supere o ódio escondido no coração do homem. Jesus é o "Príncipe da Paz" (cf. Is 9, 6).
Deixemo-nos desarmar pelo seu amor, porque é inútil falar de paz se os nossos corações aninham ódio, orgulho, indiferença.
Jesus nos diz: "Ouvi-me todos e entendei: não há nada fora do homem que, entrando nele, possa contaminá-lo. É o que sai do homem que o contamina. De dentro do coração do homem é que vêm as más intenções, roubos, assassinatos, maldade, engano, soberba, estultícia... "(Mc 7, 14-15.21-23).
Como cristãos, temos sempre diante dos nossos olhos os apelos de Cristo no Sermão da Montanha: "Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem. Pois se amardes os que vos amam, que recompensa tereis? E se saudardes somente os vossos irmãos, o que fazeis que os outros não façam? Acaso não fazem o mesmo os pagãos? Sede, pois, perfeitos, como o vosso Pai celestial é perfeito"(Mt 5, 43-48).
A paz não é algo que se quer ou se tem, mas é Alguém, é Jesus, que nos quer, nos tem e se mantém fiel a nós.
"Eu vos dou a minha paz, não como o mundo a dá" (Jo 14, 27). O mundo procura soluções pacíficas e crê que homens iluminados podem garanti-la, mas nada de bom será conseguido sem Jesus, que, através da cruz e não de bandeiras multicoloridas, "destruiu em si mesmo a hostilidade" (Ef 2, 16-17).
Que Jesus ressuscite vencedor da morte e libertador de todos os males: o tempo atual não pode prescindir do poder do seu nome. Invoquemo-lo, esperemo-lo, vivo e eficaz, para celebrá-lo como único Senhor e Salvador do mundo.
domingo, 11 de março de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
FAVORZINHO!!!
Gostaria de pedir a todos vocês meus Amigos de Fé, que entrem em oração por nossa amiga Leila Márcia, que é a coordenadora da Catequese em nosso Vicariato, que é o de Jacarepaguá (Rio de Janeiro), ela é uma pessoa muito especial, e no momento está internada, com problemas sérios de saúde, gostaria de pedir que fizéssemos uma corrente de oração por ela.
AGRADEÇO DESDE JÁ A TODOS VOCÊS E PRINCIPALMENTE A DEUS POR AMIGOS TÃO ESPECIAIS.
ATENÇÃO! ATENÇÃO!!!!
Lista fresquinha!!!!
Ei, psiu!! É você mesmo catequista, já conhece o nosso grupo. Ele é simplesmente MARAVILHOSO, todos juntos evangelizando, levando a BOA NOVA, a todos.
Quer participar? É só entrar no primeiro blog da lista. Estamos esperando por você!!!
Segue a lista atualizada de nosso grupo.
LISTA ATUALIZADA DOS CATEQUISTAS UNIDOS!
15/01/2012
15/01/2012
9. http://catequesedeeucaristia.blogspot.com
19.
46. http://catequistasemeandoamor.blogspot.com/
48. http://parajesuscomics.blogspot.com/
49. http://ministerioparacriancasagudos.blogspot.com/
50. http://catequizandocomjesus.blogspot.com/
51. http://www.catequistaamadora.com.br/
52. http://viveereina.blogspot.com/
53. http://irenemiguel.blogspot.com/
54. http://tiahelenanocoraodejesus.blogspot.com/ (fora do ar - vamos aguardar)
55. http://www.catequeserafard.blogspot.com/
49. http://ministerioparacriancasagudos.blogspot.com/
50. http://catequizandocomjesus.blogspot.com/
51. http://www.catequistaamadora.com.br/
52. http://viveereina.blogspot.com/
53. http://irenemiguel.blogspot.com/
54. http://tiahelenanocoraodejesus.blogspot.com/ (fora do ar - vamos aguardar)
55. http://www.catequeserafard.blogspot.com/
57. http://jardimdaboanova.blogspot.com/
58. http://catequistamarcia.blogspot.com/
59. http://catequesesantaisabel.blogspot.com/
60. http://catequesefeira.blogspot.com/
61. http://catequeseevocacao.blogspot.com/
58. http://catequistamarcia.blogspot.com/
59. http://catequesesantaisabel.blogspot.com/
60. http://catequesefeira.blogspot.com/
61. http://catequeseevocacao.blogspot.com/
63. http://cantinhoreligioso-juliana.blogspot.com
64. http://moranguete-ilze.blogspot.com
65. http://catequizandonanet.blogspot.com/
66. http://cateclicar.blogspot.com/
67. http://catequesejovem.blogspot.com/
68. http://catequeseestiva.blogspot.com/
69. http://silviamartinsjesus.blogspot.com/
70. http://lucascatequista.blogspot.com/
71. http://catequesesantabarbara.blogspot.com/
72. http://wwwcatequese-ivani.blogspot.com/
73.http://catequesedesantaterezinha.blogspot.com/
74. http://catequeseaparecida.blogspot.com/
75. http://kantinhodafe.blogspot.com/
76.http://catequeseepartilha.blogspot.com/
64. http://moranguete-ilze.blogspot.com
65. http://catequizandonanet.blogspot.com/
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68. http://catequeseestiva.blogspot.com/
69. http://silviamartinsjesus.blogspot.com/
70. http://lucascatequista.blogspot.com/
71. http://catequesesantabarbara.blogspot.com/
72. http://wwwcatequese-ivani.blogspot.com/
73.http://catequesedesantaterezinha.blogspot.com/
74. http://catequeseaparecida.blogspot.com/
75. http://kantinhodafe.blogspot.com/
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Final de Semana prolongado... Que bom assim dá para descansar um pouco.
Amanhã Dia de São Sebastião, o padroeiro da belíssima cidade do Rio de Janeiro, a cidade MARAVILHOSA.
Falemos um pouco de nosso padroeiro...
Amanhã Dia de São Sebastião, o padroeiro da belíssima cidade do Rio de Janeiro, a cidade MARAVILHOSA.
Falemos um pouco de nosso padroeiro...
SÃO
SEBASTIÃO nasceu em Narbonna em 250 d.C. em Roma. Era um valente soldado, tendo
ingressado no exército com cerca de 19 anos de idade. Sua fama de bom soldado
era tamanha que tornou-se estimado pelos imperadores Diocleciano e Maximiano;
tanto que confiaram o comando do primeiro exército pretoriano a ele. Era sem
dúvida nenhuma um soldado exemplar!
Sebastião
vivia num tempo em que era proibido confessar que era seguidor de Jesus. Os soldados prendiam sem dó nem
piedade os cristãos.
Acontece que
Sebastião era um cristão, e o imperador não sabia disso. E Sebastião ajudou
tanto aos demais cristãos que foi conhecido depois como o DEFENSOR DA IGREJA. A
atuação de Sebastião nesse sentido consistia, principalmente, em confortar aos
cristãos que eram perseguidos, e especialmente aos que padeciam no martírio. Até
mesmo pessoas em altos postos do sistema carcerário romano se converteram à fé
em Jesus por meio do seu
testemunho.
Então,
Sebastião foi denunciado ao imperador Diocleciano que ficou indignado e irado,
pois o homem em que pusera sua confiança era um cristão (e cristão de ação!); e
o condenou à morte. Levaram-no para um campo aberto, e os arqueiros da
Mauritânia o flecharam. Dando-o por morto, abandonaram-no preso a uma
árvore.
Acontece
que, como Deus não abandona aos seus servos, Sebastião, por um milagre, resistiu
às flechadas e sobreviveu. Não muito depois, foi encontrado por uma piedosa
viúva, que cuidou de suas feridas. Após sua recuperação, o valente Sebastião se
apresentou ao imperador Diocleciano, censurando-o por sua crueldade e
exortando-o a deixar de adorar os falsos deuses, mediante suas imagens de
escultura. O imperador ficou estarrecido ao ver em sua presença aquele que cria
estar morto. Preso novamente foi açoitado até morrer.
Prezado
amigo, SÃO SEBASTIÃO é, sem sombra de dúvidas, um exemplo a ser seguido por
todos nós. Por Jesus ele viveu e
morreu. Muitas pessoas conheceram o amor de Deus, manifestando em Jesus, por intermédio da pregação desse
jovem soldado romano. E o que ele tanto desejava era que o imperador e todas as
pessoas do mundo abandonassem a idolatria e adorassem somente a Deus. Ele sabia
que as imagens usadas na adoração pelo imperador e pelos demais eram contrárias
à vontade de Deus. Pois, diz a Bíblia no Salmo 135:15 a 17 > “Os ídolos das nações são preta e ouro,
obras de mãos humanas: têm boca, mas não falam; têm olhos, mas não vêem; têm
ouvidos, mas não ouvem; não há um sopro sequer em sua boca. Os que os fazem
ficam como eles, todos aqueles que neles confiam.” A Bíblia também diz o
seguinte sobre as imagens/ídolos: “Eles
não podem falar; devem ser carregados, porque não podem caminhar! Não tenhais
medo deles, porque não podem fazer o mal e nem o bem tampouco.” (Jeremias
10:5). Por isso, o primeiro Mandamento declara: “Não farás para ti imagens esculpida, nem
figura alguma do que há em cima do céu, nem debaixo na terra. Não te encurvarás
diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso.”
(Êxodo 20:4 e 5).
Sim, SÃO
SEBASTIÃO viveu uma digna de ser imitada por todo o mundo, inclusive por VOCÊ.
Por que você não resolve ser, também, como ele? VOCÊ acha que se SÃO SEBASTIÃO
pudesse ver tudo isto que acontece, ele ficaria contente de ver pessoas, hoje,
se ajoelhando, fazendo pedidos, beijando ou carregando alguma imagem? VOCÊ acha
que ele, conhecendo os mandamentos de Deus, cometeria esses atos de idolatria?
PENSE NISSO!
O nosso povo
vive cheio de crendices e superstições em busca de algo que possa preencher o
vazio do seu coração, homens e mulheres sem razão para viver. Desesperados,
entregam-se aos prazeres e vícios; ao ocultismo e idolatria. Há somente uma
resposta para os anseios e problemas da alma: Jesus , o Salvador, em quem todos os
mártires cristãos criam (incluindo Sebastião) e milhões de pessoas hoje crêem, e
desfrutam da perfeita paz e alegria que só Jesus pode dar.
Abandone o
pecado, a superstição, a crendice, a idolatria. Confie no Jesus que venceu a morte e o diabo por
você. Ele lhe oferece vida abundante e paz real.
Texto retirado de http://cvssebastiao.blogspot.com/
BOM FERIADO!!!
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2012
O tema da Campanha da Fraternidade deste ano é Fraternidade e Saúde no planeta e o lema é o versículo 8 do capítulo 8 do livro de : Que a saúde se difunda sobre a terra!
A Campanha é um evento organizado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. A exemplo das campanhas anteriores, o evento terá início na quarta-feira de cinzas e se estenderá por todo o período da quaresma.
O objetivo geral dessa campanha será Promover ampla discussão sobre a realidade da saúde no Brasil e das políticas públicas da área, para contribuir na qualificação, no fortalecimento e na consolidação do SUS, em vista da melhoria da qualidade dos serviços, do acesso e da vida da população.
Participemos todos!!!
O tema da Campanha da Fraternidade deste ano é Fraternidade e Saúde no planeta e o lema é o versículo 8 do capítulo 8 do livro de : Que a saúde se difunda sobre a terra!
A Campanha é um evento organizado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. A exemplo das campanhas anteriores, o evento terá início na quarta-feira de cinzas e se estenderá por todo o período da quaresma.
O objetivo geral dessa campanha será Promover ampla discussão sobre a realidade da saúde no Brasil e das políticas públicas da área, para contribuir na qualificação, no fortalecimento e na consolidação do SUS, em vista da melhoria da qualidade dos serviços, do acesso e da vida da população.
Participemos todos!!!
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
domingo, 25 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
"Rezar mesmo quando Deus parece não responder", pede Bento XVI
Ontem o Papa Bento XVI falou sobre a oração de Jesus ligada à sua ação curadora. A meditação do Pontífice teve como base o episódio da cura do surdo-mudo (cf. Mc 7,32-37), citando também a ressurreição de Lázaro (cf. Jo 11,1-44). Essa oração manifesta novamente a relação única de conhecimento e comunhão de Jesus com o Pai.
"Lendo essa narração, cada um de nós é chamado a compreender que, na oração de súplica ao Senhor, não devemos esperar um cumprimento imediato daquilo que nós pedimos, da nossa vontade, mas confiar-nos antes de mais nada à vontade do Pai, lendo cada evento na perspectiva da sua glória, do seu plano de amor, muitas vezes misterioso aos nossos olhos. Por isso, na nossa oração, súplica, louvor e agradecimento deveriam fundir-se, também quando nos parece que Deus não responde às nossas expectativas concretas. O abandonar-se ao amor de Deus, que nos precede e acompanha sempre, é uma das atitudes de fundo do nosso diálogo com Ele", explicitou Bento XVI.
Ensinou que, antes que o dom seja concedido, é preciso aderir Àquele que dá, pois o doador é mais precioso que o dom. "Também para nós, portanto, muito além daquilo que Deus nos dá quando O invocamos, o maior dom que pode nos dar é a Sua amizade, a Sua presença, o Seu amor. Ele é o tesouro precioso a se pedir e proteger sempre".
Nessa perspectiva, a oração confiante de um crente é um testemunho vivo da presença de Deus no mundo, do seu interessar-se pelo homem, do seu agir para realizar o seu plano de salvação.
"Nossa oração abre a porta a Deus, que nos ensina a sair constantemente de nós mesmos para sermos capazes de nos fazer próximos dos outros, especialmente nos momentos de provação, para levar a eles consolação, esperança e luz. O Senhor nos conceda sermos capazes de uma oração sempre mais intensa, para reforçar nossa relação pessoal com Deus Pai, alargar nosso coração à necessidade dos que nos são próximos e sentirmos a beleza de ser 'filhos no Filho', unidos com tantos irmãos", afirmou.
As curasO Papa destaca que a ação curadora de Jesus está conectada com a sua intensa relação, tanto com o próximo – o doente – quanto com o Pai. No episódio do surdo-mudo, a escolha de levar o doente para um lugar à parte para, somente então, operar o milagre, faz com que, no momento da cura, Jesus e o doente encontrem-se a sós, aproximados em uma singular relação.
"A atenção ao doente, a cura operada por Jesus, estão ligadas por uma profunda atitude de oração dirigida a Deus. O conjunto da narração, portanto, mostra que o envolvimento humano com o doente leva Jesus à oração. Mais uma vez ressurge a sua relação única com o Pai, a sua identidade de Filho Unigênito. Na ação curadora de Jesus entra de modo claro a oração, com o seu olhar em direção ao Céu. A força que curou o surdo-mudo foi, certamente, provocada pela compaixão por ele, mas provém do recurso ao Pai. Encontram estas duas relações: a humana, de compaixão pelo homem, que entra na relação com Deus, e fica assim curado", destaca.
O Santo Padre indicou que, no caso da ressurreição de Lázaro, a participação e comoção de Jesus frente à dor dos parentes e conhecidos de Lázaro liga-se, em toda a narração, com uma contínua e intensa relação com o Pai.
"Desde o início, o acontecimento é lido por Jesus em relação com a própria identidade e missão e com a glorificação que Lhe espera. Também aqui se entrelaçam, de um lado, o vínculo de Jesus com um amigo e com o seu sofrimento e, de outro, a relação filial que Ele tem com o Pai. O anúncio da morte do amigo é acolhido por Jesus com profunda dor humana, mas sempre em clara referência à relação com Deus à missão que lhe foi confiada".
"Levantando Jesus os olhos ao alto, disse: 'Pai, rendo-te graças, porque me ouviste'" (Jo 11,41). Segundo Bento XVI, a frase revela que Jesus não deixou nem sequer por um instante a oração de súplica pela vida de Lázaro. "Essa oração contínua, mais ainda, reforçou os laços com o amigo e, ao mesmo tempo, confirmou a decisão de Jesus de permanecer em comunhão com a vontade do Pai, com o seu plano de amor, no qual a doença e a morte de Lázaro são consideradas como um lugar em que se manifesta a glória de Deus".
Por fim, o Papa ressaltou que as duas orações de Jesus meditadas revelam que o profundo laço entre o amor a Deus e o amor ao próximo deve entrar também na nossa oração.
"Em Jesus, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, a atenção pelo outro, especialmente se necessitado e sofredor, o comover-se frente à dor de uma família amiga, levam-nO a dirigir-se ao Pai, naquela relação fundamental que guia toda a sua vida. Mas também vice-versa: a comunhão com o Pai, o diálogo constante com Ele, impele Jesus a estar atento de modo único às situações concretas do homem, para levar a ele a consolação e o amor de Deus. A relação com o homem guia-nos rumo à relação com Deus, e a relação com Deus guia-nos novamente à relação com o próximo".
"Lendo essa narração, cada um de nós é chamado a compreender que, na oração de súplica ao Senhor, não devemos esperar um cumprimento imediato daquilo que nós pedimos, da nossa vontade, mas confiar-nos antes de mais nada à vontade do Pai, lendo cada evento na perspectiva da sua glória, do seu plano de amor, muitas vezes misterioso aos nossos olhos. Por isso, na nossa oração, súplica, louvor e agradecimento deveriam fundir-se, também quando nos parece que Deus não responde às nossas expectativas concretas. O abandonar-se ao amor de Deus, que nos precede e acompanha sempre, é uma das atitudes de fundo do nosso diálogo com Ele", explicitou Bento XVI.
Ensinou que, antes que o dom seja concedido, é preciso aderir Àquele que dá, pois o doador é mais precioso que o dom. "Também para nós, portanto, muito além daquilo que Deus nos dá quando O invocamos, o maior dom que pode nos dar é a Sua amizade, a Sua presença, o Seu amor. Ele é o tesouro precioso a se pedir e proteger sempre".
Nessa perspectiva, a oração confiante de um crente é um testemunho vivo da presença de Deus no mundo, do seu interessar-se pelo homem, do seu agir para realizar o seu plano de salvação.
"Nossa oração abre a porta a Deus, que nos ensina a sair constantemente de nós mesmos para sermos capazes de nos fazer próximos dos outros, especialmente nos momentos de provação, para levar a eles consolação, esperança e luz. O Senhor nos conceda sermos capazes de uma oração sempre mais intensa, para reforçar nossa relação pessoal com Deus Pai, alargar nosso coração à necessidade dos que nos são próximos e sentirmos a beleza de ser 'filhos no Filho', unidos com tantos irmãos", afirmou.
As curasO Papa destaca que a ação curadora de Jesus está conectada com a sua intensa relação, tanto com o próximo – o doente – quanto com o Pai. No episódio do surdo-mudo, a escolha de levar o doente para um lugar à parte para, somente então, operar o milagre, faz com que, no momento da cura, Jesus e o doente encontrem-se a sós, aproximados em uma singular relação.
"A atenção ao doente, a cura operada por Jesus, estão ligadas por uma profunda atitude de oração dirigida a Deus. O conjunto da narração, portanto, mostra que o envolvimento humano com o doente leva Jesus à oração. Mais uma vez ressurge a sua relação única com o Pai, a sua identidade de Filho Unigênito. Na ação curadora de Jesus entra de modo claro a oração, com o seu olhar em direção ao Céu. A força que curou o surdo-mudo foi, certamente, provocada pela compaixão por ele, mas provém do recurso ao Pai. Encontram estas duas relações: a humana, de compaixão pelo homem, que entra na relação com Deus, e fica assim curado", destaca.
O Santo Padre indicou que, no caso da ressurreição de Lázaro, a participação e comoção de Jesus frente à dor dos parentes e conhecidos de Lázaro liga-se, em toda a narração, com uma contínua e intensa relação com o Pai.
"Desde o início, o acontecimento é lido por Jesus em relação com a própria identidade e missão e com a glorificação que Lhe espera. Também aqui se entrelaçam, de um lado, o vínculo de Jesus com um amigo e com o seu sofrimento e, de outro, a relação filial que Ele tem com o Pai. O anúncio da morte do amigo é acolhido por Jesus com profunda dor humana, mas sempre em clara referência à relação com Deus à missão que lhe foi confiada".
"Levantando Jesus os olhos ao alto, disse: 'Pai, rendo-te graças, porque me ouviste'" (Jo 11,41). Segundo Bento XVI, a frase revela que Jesus não deixou nem sequer por um instante a oração de súplica pela vida de Lázaro. "Essa oração contínua, mais ainda, reforçou os laços com o amigo e, ao mesmo tempo, confirmou a decisão de Jesus de permanecer em comunhão com a vontade do Pai, com o seu plano de amor, no qual a doença e a morte de Lázaro são consideradas como um lugar em que se manifesta a glória de Deus".
Por fim, o Papa ressaltou que as duas orações de Jesus meditadas revelam que o profundo laço entre o amor a Deus e o amor ao próximo deve entrar também na nossa oração.
"Em Jesus, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, a atenção pelo outro, especialmente se necessitado e sofredor, o comover-se frente à dor de uma família amiga, levam-nO a dirigir-se ao Pai, naquela relação fundamental que guia toda a sua vida. Mas também vice-versa: a comunhão com o Pai, o diálogo constante com Ele, impele Jesus a estar atento de modo único às situações concretas do homem, para levar a ele a consolação e o amor de Deus. A relação com o homem guia-nos rumo à relação com Deus, e a relação com Deus guia-nos novamente à relação com o próximo".
''Abandonar-se ao amor de Deus é uma das atitudes de fundo do nosso diálogo com Ele''
Fonte: Canção Nova
domingo, 11 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Com as palavras “Maria Concebida Sem Pecado” confessamos, que Maria, por uma exceção especial, em virtude dos futuros merecimentos de Cristo, desde o primeiro instante de sua vida ficou isenta do pecado original e revestida foi da graça santificante. Não é assim com as outras criaturas humanas. Desde o princípio da nossa existência, carecemos da graça santificante, sendo que esta graça estatui um verdadeiro pecado, não pessoal, é claro, mas um pecado da natureza, chamado pecado original por ser uma conseqüência do pecado dos primeiros pais.
O mistério da Imaculada conceição, exclui o pecado, isto é, o pecado original e conseqüentemente duas coisas, inseparavelmente ligadas a este: A desordenada concupiscência e o pecado pessoal; inclui, porém, a posse da graça santificante. O que tem nome de pecado, é a ausência culpada da graça santificante. A presença desta significa a ausência, a extinção daquele. Maria, desde o princípio era possuidora da graça santificante e, junto com esta, de todos os bens que a acompanharam, isto num grau não comum, mas numa abundância tal, que Santo nenhum até o fim de sua vida chegou a possuí-la. Inerente a este dom da graça santificante se achava outro privilégio, o da perseverança final. Também Eva possuía inicialmente a graça santificante; perdeu-a, porém, pela transgressão do Mandamento de Deus. Não assim Maria. Na sua vida não houve um momento sequer, em que se visse privada da graça de Deus; pelo contrário: esta lhe crescia de maneira tão exuberante, que não podemos dela formar idéia.
A alma, ou o coração de Maria no mistério da Imaculada Conceição não é comparável a um recipiente, puro sim, e sem mácula, destituído entretanto de qualquer adorno; antes se assemelha com um vaso riquíssimo transbordando de todas as espécies de tesouros e preciosidades da ordem sobrenatural; obra-prima, maravilhosa da terra e do céu, da natureza e da graça de Deus e a complacência do divino artífice seu Criador.
Não como nós, pobres filhos de Eva, desfigurados pelo pecado, semelhantes a tristes espinheiros, crestados pelo sol, Maria pelo contrário se ostenta bela, luminosa, envolta em claridade celestial, qual lírio puríssimo, encanto dos Anjos e dos Santos do céu. “Como a açucena entre os espinhos, assim é a minha amiga entre as donzelas”. (Cant. 2, 2)
O mistério da Imaculada Conceição é de suma importância, sem restrição alguma, belo e glorioso.
É uma glória para Deus, para a Santíssima Trindade. O Pai é a majestade, a suma do poder, a autoridade sem par, criadora, vivificadora, legisladora e governadora. Este poder, porém, consiste não só em dar leis e aplicar castigos, como também em isentar da lei e agraciar, quando e da maneira que lhe apraz.
Cometido o primeiro pecado no Paraíso, para todos os filhos de Adão foi criada a lei da morte espiritual, da privação, da graça santificante para o primeiro momento da vida, lei da qual isenta só ficou Maria, em atenção à sua missão excepcional e única, à sua futura vida, a nossa vida pela maternidade divina. O Filho é a sabedoria e a Redenção. O sangue de Cristo é o remédio contra a morte do pecado. Em Maria, porém, produziu um efeito extraordinário. Em todos os outros homens tira o pecado, extingue-o e restabelece o estado da graça. Em Maria, porém, teve este efeito desde o princípio. A Imaculada Conceição é, portanto, o fruto mais nobre e grandioso da morte do Salvador, como também prova do grande amor de Jesus a sua Mãe. O Espírito Santo é a bondade, o amor e a generosidade de Deus em distribuir bens naturais e sobrenaturais. Na Imaculada Conceição este Divino Espírito manifesta uma bondade inesgotável, não só em ter adornado Maria de bens naturais extraordinários, como também, e principalmente em tê-la enriquecido de dons e graças divinas. Pelo curso normal o Espírito Santo dá a graça santificante depois do nascimento, no sacramento do batismo. Muito poucos são os que foram santificados, quando ainda no seio da mãe, assim São João Batista e talvez São José; mas só Maria desde o primeiro momento da sua vida gozou deste privilégio. Todos os demais, o Espírito Santo santifica num determinado grau: Maria, porém, foi agraciada de uma maneira tão abundante, que da plenitude das graças, a Ela dispensada, não se pode fazer idéia.
Desta forma o mistério da Imaculada Conceição constitui uma glorificação da SS. Trindade. Não menos glorioso e de suma importância ele é também para Maria. A Imaculada Conceição é o fundamento da grandeza e magnificência desta, em três sentidos. Primeiro: É o fundamento da sua santidade. A santidade consiste antes de tudo na isenção de todo o pecado, na posse da graça santificante e das virtudes e dons concomitantes. Preservada que foi do pecado original, Maria ficou livre também do pecado pessoal. Em sua Conceição recebeu uma harmonia tal de todas as energias físicas e morais, um temperamento tão particularmente eficientes, que em toda a sua vida nunca houve manifestação de concupiscência; por isto pecado venial, nenhum, por mais leve que fosse, cometeu. É esta a doutrina de Santo Agostinho e do Concílio de Trento. O tesouro da santidade da Mãe de Deus, sempre aumentando, cresceu a graus incalculáveis, uma vez pelo afluxo de graças extraordinárias, como também pela sua fidelíssima cooperação e as circunstâncias especiais da sua vida. Toda essa riqueza incomensurável tem sua razão, seu fundamento na Imaculada Conceição. Em segundo lugar é este mistério a condição preliminar e preparação adequada para a excelsa dignidade que Maria possuía, de Mãe de Deus e Rainha do céu e da terra. Como o Salvador em sua tenra infância poderia unir-se tão estreitamente, e tão intimamente descansar junto a um coração que, por um momento aliás, tivesse sido morada e domínio de Satanás? Como poderia ela, sua rainha, se apresentar aos coros dos Anjos, que nunca perderam a graça santificante, se pelo pecado tivesse sido escrava do demônio?
Na Imaculada Conceição, o poder de Maria Santíssima tem o seu fundamento. Pureza, inocência e santidade são valores por Deus muito apreciados, valores a que é atribuído certo poder imperativo junto à divina majestade. Com quanto mais razão deve-se isto afirmar da pureza de Maria que, nem por sombra de pecado sequer empanada, realmente é o reflexo da luz eterna, o espelho sem mácula, a imagem da divina bondade! (Sab 7, 26). Numerosas, grandes e admiráveis são as prerrogativas deste ser abençoado: O nascimento virginal do Salvador, a integridade perfeita e a incorruptibilidade do corpo, a ressurreição e assunção antes do dia do juízo e da consumação dos séculos. De todas estas exceções é a da Imaculada Conceição por Maria a mais apreciada. As demais prerrogativas necessárias, eram concedidas sob certas suposições, e sempre condicionalmente; mas o privilégio de por nenhum momento se achar sujeito ao pecado, este sob todos os pontos de vista, era necessário, indispensável. Ainda mais: Diante da hipótese de poder escolher qualquer distinção, a todas ela poderia renunciar, menos a da Imaculada conceição. Por isto, na missa deste dia, a igreja põe nos lábios de Maria as seguintes palavras: “Regozijar-me-ei no Senhor e minha alma exultará de alegria em meu Deus; porque me revestiu com vestimenta de salvação, e me cobriu com o manto de santidade, como uma esposa com suas galas” (Is. 61, 10) . “Louvar-vos-ei, Senhor, porque me livrastes e não deixastes que meu inimigo zombasse de min. (Sal 29, 3)
O mistério da Imaculada Conceição é de suma importância para nós, para a Igreja, para o mundo inteiro. Sua solene proclamação como dogma em 1854, foi um progresso, um novo elo na evolução da nossa fé. Não é este dogma uma invenção da Igreja. Antiqüíssimo, fazia parte das verdades reveladas, estava incluído no depósito da fé. Até aquele ano, o católico tinha liberdade de crer ou não crer na Imaculada Conceição; podia rejeitar esta doutrina, sem incorrer numa heresia. Houve de fato doutores da Igreja e Santos que não a aceitaram. Hoje o mundo inteiro está convencido da verdade do mistério: A criança que sabe seu catecismo, pensa sobre esta doutrina com mais acerto que aqueles grandes teólogos e espíritos de escol e iluminados.
O mistério e sua elevação a dogma é a confirmação de uma nova declaração da lei moral sobrenatural, que somos destinados à uma vida sobrenatural; que a graça é-nos indispensável para alcançar este fim; que a perda culposa e a falta de graça é a essência do pecado, e todos, com exceção de Maria, como filhos de Adão, estamos sujeitos ao pecado. Tudo isto o dogma da Imaculada Conceição diz e ensina ao mundo materializado e ímpio. Portanto, sua proclamação é um solene protesto contra o racionalismo e materialismo; é a condenação destas ideologias, que não querem saber da verdade e ordem sobrenaturais; que rejeitam a doutrina sobre o pecado, a redenção e tudo que se eleva acima da vida material e da observação sensitiva. Ao mesmo tempo, apresentando Maria como ente perfeitíssimo na ordem da graça, é para nós animação poderosa a nos aproximar desta ordem, e a nossa vida ordenar segundo seus princípios.
Finalmente descobrimos no mistério da Imaculada Conceição um penhor da graça e da bênção divinas para o mundo nosso contemporâneo. Seus pecados são muitos e graves. Basta apontar os seguintes: Impiedade, dissolução de costumes, revolta contra Deus e a autoridade legitimamente estabelecida, perseguição contra a Igreja. Um grande merecimento, entretanto, não lhe pode ser negado: o de ter aceito o dogma da Imaculada Conceição, e com esta homenagem ter adornado a cabeça de Nossa Senhora com uma coroa de incomparável e indestrutível valor. A Pobre humanidade pode, portanto, esperar por uma resposta amável e misericordiosa daquela que é sua Mãe. Uma grande graça o mundo já experimentou, que pode ser considerada favor do céu e efeito da intercessão da Santíssima Virgem. As circunstâncias em que se realizou a proclamação dogmática da Imaculada Conceição, já eram um prelúdio da dogmatização da infalibilidade do Papa. Quando Pio IX, a 8 de dezembro de 1854, na Basílica de São Pedro proclamava a bula da Imaculada Conceição, alguns bispos presentes exclamaram: “É isto a infalibilidade do próprio Papa”. Tinham eles razão, porque o papa, sem ter assistência de um Concílio, por sua própria autoridade fez esta proclamação. Poucos anos depois o Concílio Vaticano elevou a Dogma a infalibilidade pessoal do papa. Desta maneira, Maria Santíssima retribuiu honra com honra, e deu à igreja o remédio mais necessário para curar os males dos nossos dias.
Assim, o mistério da Imaculada Conceição projeta raios de luz em todas as direções: raios de glorificação a Deus, sobre a SS. Trindade, cuja essência e bondade tão admiravelmente revela; raios de louvor e honra sobre Maria, cujas prerrogativas e santidade tão prestigiosamente desvenda; raios de bênção, de graças e de consolações para o mundo, tão necessitado de uma Mãe e poderosa protetora.
Terminando esta meditação, três resoluções se nos impõe: Primeiro: de dar graças à SS. Trindade por tudo que de grandioso e de bom no mistério da Imaculada conceição operou para sua maior glória, em benefício de Maria e para nosso proveito. Regozijemo-nos. “O grande sinal, a mulher vestida de sol, tendo a lua aos pés e a coroa de estrelas cingindo a sua cabeça”, apareceu. O dragão fugiu, voltando às trevas e ao desespero. Graças demos a Deus e, a Maria, apresentemos as nossas felicitações. Realmente: “ Tota pulchra es Maria, et macula originalis non es in te”. - Toda sois formosa, sem a mancha do pecado original. Segundo: De a Deus, por Maria pedir à Igreja, ao mundo inteiro e a nós todos, advenham as bênçãos que por este mistério Deus intencionava espargir. Muitos benefícios já recebemos; outros tantos esperamos que nos sejam feitos por intermédio da Virgem Mãe Imaculada. Terceiro: De encher-nos de ódio e repugnância ao pecado e de veneração à graça santificante.
A Imaculada Conceição é o mistério da paz e do perdão. O pecado original é o menor entre os pecados graves de que podemos ser inculpados. Mas nem este o Salvador tolera. Quanto mais intimamente ele se liga a uma criatura humana, tanto mais longe dela deve o pecador ficar. Por isto, e completamente do pecado isentou sua Mãe. Deve ser para nós forte incentivo de fugirmos do pecado, de dar todo valor à graça e a conservar. Nossa honra, nossa riqueza, nossa formosura e nossa felicidade consistem unicamente na graça santificante.
No mistério da Imaculada Conceição encontramos o auxílio para adquirir esta graça e a conservar. É para nós o penhor da esperança, da consolação, do conforto e da vitória, como o tem sido para a humanidade desde o princípio da sua existência. À Virgem Imaculada recorramos, quando a tentação de nós se aproxima. Neste sinal, terrível que é para o inferno, e para nós prometedor, teremos a vitória final e a salvação.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Entramos no Advento, tempo de refletir, meditar, cantar...
Encontrei este texto bem legal e resolvi partilhar com vocês...
Que o tempo de advento nos prepare para voltarmos ao que é mais pleno e puro
Encontrei este texto bem legal e resolvi partilhar com vocês...
“ADVENTO"
é tempo de
espera
Maria esperou tanto o
nascimento do seu filho, o filho de Deus, o Salvador
Deus esperou tanto pelo encontro pleno com a humanidade, sua criação,
através de Jesus, seu filho enviado.
Advento é o tempo de quatro semanas que antecede o natal.
Quando nos preparamos espiritualmente para rememorar e celebrar a vinda
do menino Jesus, a vinda de Deus criança, Deus humilde, Deus humano.
É o tempo reservado em nossa vida para parar e refletir, meditar, cantar
e recontar a história do nascimento do Menino Jesus
É o tempo para pensar sobre o sentido da nossa vida, fé e esperança
Esperamos renovação na vida pessoal, familiar, social, econômica...
porque acreditamos no poder e na promessa de Deus, quando enviou seu filho ao
mundo.
Deus se humanizou, tornou-se
criança pequena e humilde, para encontrar acolhida em meio ao seu povo, e
aproximar-se de maneira mais sublime de suas criaturas.
É um tempo em que muitas
luzes são acesas nas casas e ruas, revelando o grande desejo humano de luz , acendendo
a sensibilidade e o desejo de que essa luz se transforme em vida
abundante.
É um tempo em que as pessoas se sensibilizam, alegram-se,
abrem-se à comunhão, ao amor e ao perdão.
Tempo em que Deus nos convida a buscar um lugar, a
lutar por acolhida, como Maria e José que bateram de porta em porta.
Tempo de oferecer hospitalidade e acolhida ao semelhante.
Hospitalidade e acolhida também de novos valores, pensamentos e
referenciais; Acolher Deus, acolher paz, anular a violência, o medo
e o rancor.
Que o tempo de advento nos prepare para voltarmos ao que é mais pleno e puro
na vida desejada por Deus.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
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