segunda-feira, 14 de novembro de 2011



14/11 - São José Pignatelli (Padroeiro dos órfãos) e São Serapião de Alexandria (Protetor contra as dores da artrose)


São José Pignatelli ( 1737 - 1811)
Espiritualidade De família napolitana, pertencia a nobreza mais antiga. Ficou órfão cedo, aos 4 anos de idade e ele passou a morar com sua irmã. Com 16 anos de idade decidiu entrar na Companhia de Jesus. Seu caráter, santidade, elegância e distinção, mesmo na humildade e na caridade e confiança plena em Deus, fez dele um dos santos mais representativos do século XVIII. Foi um dos que mais contribuiu para a restauração da Companhia de Jesus Preso e expulso da Espanha juntamente com outros jesuítas em 1767, refugiou-se em Ferrara nos Estados Pontifícios, até que, em 1773, Clemente XIV extinguia a ordem. Anos difíceis, cheio de temores e perseguições. Porém a ordem dos Jesuítas fora preservada na Rússia e Pignatelli esperou pacientemente pelo retorno da ordem dos jesuítas em Nápoles assim como em todo o Ocidente: em Nápoles viu esse ideal acontecer em 1808, mas morreu antes da restauração definitiva no mundo, realizada pelo Papa Pio VII em 1814.

Devoção A luta pela Verdade

Padroeiro Dos órfãos


São Serapião de Alexandria ( 1179 - 1240)
Procedente de família cristã da nobreza inglesa, seu pai era Rotlando Scoth capitão da esquadra do rei Henrique III. Muito jovem já estava atuando ao lado do pai na Cruzada comandada pelo lendário Ricardo Coração de Leão. Porém, no retorno, o navio naufragou próximo de Veneza e a viagem continuou por terra. Nesse percurso, acabaram prisioneiros do duque da Áustria, Leopoldo, o Glorioso, que libertou o rei e seu pai. Mas, Serapião e os demais tiveram de ficar.

Logo, o duque percebeu que o jovem militar além de bom militar era bom cristão, muito bondoso e caridoso. Por isso, o manteve consigo na corte. Mais tarde quando recebeu a notícia da morte dos pais, Serapião decidiu ficar na Áustria. Com os soldados do duque seguiu para a Espanha, para auxiliar o exército cristão do rei Afonso III, que lutava contra os invasores muçulmanos. Quando chegaram, eles já tinham sido expulsos.

Serapião decidiu ficar e servir ao exército do rei Afonso III, para continuar defendendo os cristãos. Participou de algumas cruzadas bem sucedidas, até que em 1214 o rei Afonso III morreu em combate. Ele então, voltou para a Áustria aliou-se à quinta cruzada do duque Leopoldo, que partiu em 1217 com destino à Jerusalém e depois o Egito.

O vai e vem da vida militar em defesa dos cristãos, levou novamente Serapião para a corte espanhola, em 1220. Desta feita acompanhando Beatriz da Suécia, que ia se casar com Fernando, rei de Castilha. Foi quando conheceu o sacerdote Pedro Nolasco, santo fundador da Ordem de Nossa Senhora das Mercês, os chamados frades mercedários. Estes se dedicavam em defesa da mesma fé, mas não guerreando contra os muçulmanos, e sim buscando libertar do seu poder os cristãos cativos, mesmo que para isso tivessem que empenhar suas próprias vidas.

Serapião ingressou na Ordem e recebeu o hábito mercedário em 1222. Junto com Pedro Nolasco e Raimundo Nonato, santo co-fundador, realizou várias redenções. Na última, que ocorreu em Argel, na África, teve de ficar refém para libertar os cristãos que estavam quase renegando a fé, enquanto o outro padre mercedário viajou rapidamente para Barcelona para buscar o dinheiro. Mas o superior, Pedro Nolasco, estava na França, quando foi informado, escreveu uma carta ao seu substituto na direção para arrecadar esmolas em todos os conventos da Ordem e enviar o dinheiro para libertar Serapião, o mais rápido possível.

Como o resgate não chegou na data marcada, os muçulmanos, disseram a Serapião que poderia ser libertado se renegasse a fé cristã. Ele recusou. Enlouquecidos, lhe deram uma morte terrível. Colocado numa cruz em forma de X, como o apóstolo André, teve todas as juntas dos seus ossos quebradas, e assim foi deixado até morre. Tudo aconteceu no dia 14 de novembro de 1240, em Argel, atual capital da Argélia.

O culto que sempre foi atribuído à Santo Serapião, protetor contra as dores de artrose, foi confirmado em1625, pelo Papa Urbano VIII. A festa religiosa ao santo mártir mercedário ocorre no dia de sua morte.



Olha aí gente lista fresquinha dos CATEQUISTAS UNIDOS

1. http://catequesenanet.blogspot.com
46. http://catequistasemeandoamor.blogspot.com/

domingo, 13 de novembro de 2011

13 de Novembro


Santo Estanislau Kostka
Apelidado de "anjo" na infância, Estanislau atingiu a juventude guardando todas as virtudes, como um anjo realmente. Mas não faltaram oportunidades para entregar se entregar aos prazeres mundanos, pois pertencia a uma família nobre e poderosa.Nasceu em 28 de outubro 1550, e viveu com seus pais até a idade de treze anos. Aos quatorze, foi estudar no seminário dos padre jesuítas em Viena, junto com seu irmão mais velho e o tutor. Mas o seminário logo foi fechado pelo imperador Maximiliano e toda a comunidade estudantil acabou senso abrigada no castelo de um príncipe protestante. O ambiente do castelo era cheio de festas e jogos de prazeres, o que não combinava com o que buscava Estanislau, uma vida dentro da oração e da doutrina cristã. A situação para ele era das mais inadequadas, entretanto agradou ao irmão e ao tutor, que passaram a requisitar sua participação nesses jogos. Não bastasse isso, o príncipe protestante, queria impedir os católicos de irem à missa receber a comunhão. Depois, também era atormentado pelos colegas, que zombavam muito de sua preferência pela vida religiosa.Mas a luta contra o ambiente hostil e a vida de privações a que se obrigava acabaram por minar a saúde do rapaz. Frágil, ficou doente a ponto de quase perder a vida, mas o salvaram a fé profunda e a confiança em Maria Santíssima, de quem era devoto. Durante um sonho,um anjo apareceu-lhe para dar-lhe a eucaristia, a Virgem Mãe também, curando-o ao colocar-lhe o Menino Jesus nos braços. Estanislau, que já pensava em ser um padre jesuíta, contou tudo à família, que fora a Viena verificar como os filhos estavam vivendo e estudando. Aproveitou para dizer que queria mesmo ser um sacerdote.A oposição de seus pais foi total. Tentou insistir, mas foi em vão. Então, fugiu sozinho, disfarçado de mendigo, no caso de o perseguirem. De Viena, na Áustria, foi para Treves, na Alemanha, até chegar a uma casa provincial dos jesuítas. O provincial, na época, era Pedro Canísio, que o recebeu com amabilidade, mas teve de enfrentar a reação do pai do jovem, que ameaçou fazer expulsar todos os jesuítas da Polônia caso o filho não voltasse ao convivo da família. Mas Estanislau manteve-se irredutível.
Aos dezessete anos, Estanislau foi enviado para Roma, com uma carta de recomendação ao superior geral da Ordem, São Francisco de Bórgia, que com carinho o encaminhou para complementar o noviciado e os estudos de teologia no Colégio Romano. Foram apenas nove meses entre os jesuítas, mas plenos de trabalho, estudo, dedicação e disciplina, exemplares. Até ser acometido por uma febre misteriosa e, no dia 15 de agosto de 1568, festa da Assunção de Nossa Senhora, partir docemente ao encontro de Deus.
O seu túmulo tornou-se local de muitas graças e rota de peregrinação. O papa Bento XIII canonizou-o em 13 de novembro de 1726, e designou esta data para celebrar a festa em memória do padroeiro dos noviços.

Santo Estanislau Kostka, rogai por nós


Olá pessoal !!!
Tudo bem om vocês?
Espero que sim...
Encontrei um texto bem interessante sobre a família e resolvi partilhar com vocês...

Herança do Mundo : AFAMÍLIA

Em 2005, o Santo Padre Bento XVI disse:  “A família é o patrimônio do mundo” . Porque ela é muito valiosa, é a herança. Ela deve ser abrigada, protegida e colocada em uma posição privilegiada, já que ela representa um patrimônio muito importante. Esta é a verdadeira família para a sociedade e para a  humanidade.  A pessoa amada e respeitada, que vive em um ambiente bom, será saudável, segura e terá paz. Sociologicamente, nós aprendemos que a família é a célula da sociedade. Se as células estão bem, o corpo estará bem, mas se as células estão doentes, todo o corpo irá refletir o desequilíbrio.
Hoje em dia à sagrada instituição da família sofre um ataque feroz. Muitos tem caído e outros tem sido letalmente infectados, como uma pessoa doente que clama por tratamento na emergência, pois, se não for tratada, morrerá. Ataques —de todo o tipo— são cuidadosamente orquestrados para atingir o alvo e feri-lo mortalmente. Isto é muito triste. A família, sem uma barreira protetora, está totalmente exposta aos dardos inflamados do inimigo. E o inimigo de Deus, sabendo que não pode prejudicar Jesus Cristo —que já o derrotou ao custo do Seu sangue na Cruz do Calvário— sabe perfeitamente que pode atacar cada um de seus filhos, a quem Deus ama muito.
Quando uma família é destruída, os danos são coletivos, já que não afetam apenas uma pessoa, mas   a toda Família ou, como se diz , a Igreja Doméstica (cf. LG, 11; FC, 28). Pais e filhos são então deixados à deriva, expostos às mãos do demônio para cair em pecado. Ficam abertos às muitas tentações excitantes que o demônio oferece, bloqueadas  “nas” gerações ou “na minha” geração. Sua estratégia é: “dividir e conquistar”, em oposição a  “a união faz a força”.
Que força subsiste ao cair na armadilha da divisão e do individualismo? Que abrigo existe sem a unidade e o amor de Deus? Nenhum.
A aproximação aos extremos é uma forma de distorcer o papel e a missão da família, que começa com a união de um homem e uma mulher no vínculo sagrado do matrimônio. Um exemplo disso é chamar  “casamento” a união de duas pessoas, independentemente do seu sexo. Como sabemos, em alguns países, os casais homossexuais podem livremente adotar crianças... O que os jovens podem aprender com isso? Que identidade terão? Que conceito de família terão? E em que base eles constituirão suas próprias famílias? Qual será o futuro do mundo? É exatamente neste domínio que nascerão grandes santos ou os criminosos mais perversos. Deus criou as pessoas para viverem de uma maneira.
Não há outra! A família é o dom maravilhoso concebido por Deus, onde novas vidas são geradas, onde a vida é respeitada, onde há um abrigo para o ser humano e onde os filhos são promovidos e formados. Um modelo verdadeiro de família é a Família de Nazaré, onde o cuidado parental de São José e da Virgem Maria —Mãe de Jesus e nossa Mãe— são abundantes:  “E o menino crescia, tornava-se robusto, enchia-se de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele” (Lc 2,40).
Um band-aid ou um analgésico, que curam externamente, não são suficientes quando a infecção é interna. Soluções fáceis geram resultados fáceis, imediatas e superficiais. O tratamento deve ser cirúrgico, profundo, que pode machucar, mas necessário. Só Deus pode e quer fazer isso. Ele quer tirar nosso coração de pedra e nos dar coração de carne (cf. Ez 36,26), um coração sensível e aberto ao Seu amor e perdão. Um novo coração onde o Espírito de Jesus habita. O Senhor espera muito das famílias. Ele é o pai do filho pródigo que voltou para casa cansado, faminto, quebrantando. O filho perdido, que se deixou deslumbrar pelos caminhos do mundo, mas, mesmo assim voltou para casa, onde era verdadeiramente o seu lugar. É difícil encontrar palavras para descrever a sensação maravilhosa que ele sentiu nos braços amorosos do seu pai. O pai o cercou e o abraçou com muito amor, encheu-o de beijos —abraços e beijos que curam. Ele também restaurou tudo o que ele, o seu filho, havia perdidoe devolveu a dignidade inerente à pessoa humana.
Enquanto o filho, humilde e corajosamente se dirigiu em direção ao seu pai, nós, ingênua e frequentemente fazemos o contrário.Queremos consertar um carro na floricultura, tirar um dente no mecânico, consertar um vazamento de água chamando um pintor e buscamos, enlouquecidamente, por um imediatismo. Muitos de nós caem dessa forma! Olhamos para as soluções em lugares errados. A única salvação para a família é buscarmos a Deus e nos entregarmos a Ele. Fora Dele, não há salvação.

“Caiu a chuva, vieram as enxurradas, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, mas ela não caiu, porque estava alicerçada na rocha” (Mt 7,25). É decisivo: areia ou rocha, resistir ou cair com a chegada das chuvas, tempestades e até furacões! Só a família alicerçada sobre a rocha pode suportar todos os tipos de ataques. Sua Santidade, o Papa Bento XVI, nos encoraja a  “estabelecer as bases da vida na rocha da Palavra que é Jesus Cristo”

Bjs

Até a próxima



sábado, 12 de novembro de 2011


São Josafá

12 de Novembro


São Josafá
A- A+

São JosafáHoje celebramos a memória do santo Bispo que derramou o seu sangue por amor do Supremo e Único Pastor das ovelhas, tornando-se precursor do ecumenismo. João Kuncevicz nasceu em Wladimir (Ucrânia), no ano de 1580, numa família de ortodoxos, ou seja, ligados à Igreja Bizantina e não à Igreja Romana.

Com a mudança de vida mudou também o nome para Josafá, pois era comerciante até que, tocado pelo Espírito do Senhor, abraçou a fé católica e entrou para a Ordem de São Basílio, na qual, como monge desde os 24 anos, tornou-se apóstolo da unidade e sacerdote do Senhor. Dotado de muitas virtudes e dons, foi superior de vários conventos, até tornar-se Arcebispo de Polotsk em 1618 e lutar pela formação do Clero, pela catequese do povo e pela evangelização de todos.

São Josafá, além de promover com o seu testemunho a caridade para com os pobres, desgastou-se por inteiro na promoção da unidade da Igreja Bizantina com a Romana; por isso conseguiu levar muitos a viverem unidos na Igreja de Cristo. Os que entravam em comunhão com a Igreja Romana, como Josafá, passaram a ser chamados de "uniatas", ou seja, excluídos e acusados de maus patriotas e apóstolos, segundo os ortodoxos. Aconteceu que numa viagem pastoral, Josafá, com 43 anos na época, foi atacado, maltratado e martirizado. Após ser assassinado, São Josafá foi preso a um cão morto e lançado num rio. Dessa forma, entrou no Céu, donde continua intercedendo pela unidade dos cristãos, tanto assim que os próprios assassinos mais tarde converteram-se à unidade desejada por Nosso Senhor Jesus Cristo.

São Josafá, rogai por nós!

Texto retirado do site da canção nova

sexta-feira, 11 de novembro de 2011


São Martinho de ToursSão Martinho de Tours

11 de Novembro


A- A+

São Martinho de ToursHoje celebramos a memória do Bispo São Martinho, que tornou-se intercessor e modelo de apostolado para todos nós.

Nasceu em 316 na Panônia (atual Hungria), numa família pagã que da parte do pai (oficial do exército romano) fez de Martinho um militar, enquanto o Pai do Céu o estava fazendo cristão, já que começou a fazer o Catecumenato.

Certa vez quando militar, mas ainda não batizado, Martinho partiu em duas partes seu manto para dá-lo a um pobre, e assim Jesus aparece-lhe durante a noite e disse-lhe: "Martinho, principiante na fé, cobriu-me com este manto". Então este homem de Deus foi batizado e abandonou a vida militar para viver intensamente a vida religiosa e as inspirações do Espírito Santo para sua vida.

Com a direção e ajuda do Bispo Hilário, Martinho tornou-se monge, Diácono, fundador do primeiro mosteiro na França e depois sacerdote que formava os seus "filhos" para a contemplação e ao mesmo tempo para a missão de evangelizar os pagãos; diferenciando-se com isso dos mosteiros do Oriente.

Por ser fiel no pouco, São Martinho recebeu o mais, que veio com a sua Ordenação para Bispo em Tours. Isto não o impediu de fundar ainda muitos outros mosteiros a fim de melhor evangelizar sua Diocese. Entrou no Céu em 397.

São Martinho de Tours, rogai por nós!

Músicos em oração

Quer se inscrever é só clicar!!

terça-feira, 8 de novembro de 2011


Leve esse Banner com você

Olá pessoal!!!
Saudades!!!
Vocês já conhecem Grupo dos Catequistas Unidos?
Nãoooo
Pois não sabem o que estão perdendo....
É só entrarem no site http://catequesenanet.blogspot.com
e verem como fazer...
Temos que nos unir cada vez mais para proclamar a Palavra de Deus por todo
o mundo.
Beijocas
Cássia
08/11
Santo Deodato
São Deodato I ou Deusdedit, segundo historiadores surgiu por volta dos séculos da primeira Idade Média: Filho de subdiácono romano Estevão, foi por quarenta anos padre em Roma antes de suceder ao Papa Bonifácio IV a 19 de outubro de 615. Foi o primeiro Papa que estabeleceu com doações para distribuir ao povo por ocasião da morte do sumo pontífice. Em Roma o Papa era são somente o Bispo e o Pai espiritual, mas também o guia civil, o juiz, o supremo magistrado, a garantia da ordem. Com a morte de cada pontífice, os romanos se sentiam privados de proteção, expostos às invasões dos bárbaros nórdicos ou às reivindicações do império do Oriente. A teoria dos dois únicos, Papa e imperador, que deviam governar unidos o mundo cristão, não encontrava grandes adesões em Constantinopla.
O Papa Deodato mostrou-se, todavia mediador com o outro único, que a bem da verdade era pouco solícito para o bem dos italiados, salvo uma vez, que enviou o exarca Eleutério para acabar com as revoltas de Ravena e de Nápoles. Foi a única vez que o Papa Deodato, ocupado em aliviar os desconfortos da população da cidade, nas calamidades acima referidas, teve um contato, se bem que indereto, com o imperador.

Foi inserido no Martirológio Romano, pelo Cardeal Barônio um episódio que revalidaria a fama de santidade que circundava o pontífice "dado por Deus" (conforme a etimologia do seu nome) para guiar os cristãos em épocas tão difíceis: durante uma das suas frequentes visitas aos doentes, os mais abandonados, os que era atingidos pela lepra, teria curado um desses infelizes, após havê-lo amavelmente abraçado e beijado.

São Deodato morreu em novembro do ano 618, amado e chorado pelos romanos que tiveram a oportunidade de apreciar seu bom coração durante grandes calamidades que se abateram sobre Roma nos seus três anos de pontificado: terremoto, que deu golpe de graça aos edifícios de mármore dos Foros, já devastados por sucessivas invasões bárbaras e horríveis epidemia.
Santo Godofredo
Os pais de Godofredo rezaram muito para que Deus lhes desse um herdeiro. Até que em 1066, ele nasceu no castelo da família em Soissons, onde foi batizado com um nome que já apontava a direção que seguiria. Godofredo quer dizer: paz de Deus, e foi o que este francês espalhou por onde passou durante toda a vida.

Com cinco anos foi entregue para ser educado pelos monges beneditinos e do convívio com a religiosidade nunca mais se afastou. Quando a educação se completou, foi para o convento de São Quintino e ordenando-se sacerdote aos vinte e cinco anos de idade.

A sua integridade de caráter, profundidade nos conhecimentos dos assuntos da fé, bem como a visão social que demonstrava, logo chamaram a atenção dos superiores. Tanto que foi nomeado abade do convento de Nogent com a delicada missão de restabelecer as regras disciplinares dos monges, muito afastados do ideal da vida cristã. Em poucos anos a comunidade mudou completamente, tornando-se um centro que atraía religiosos de outras localidades que ali passaram a buscar orientação e conselhos de Godofredo.

Quando os monges de um convento, famoso, rico e poderoso, o convidaram para ser o abade, ele recusou. O que desejava era viver no seguimento de Cristo dedicando-se à caridade e trabalhando no amparo e proteção aos pobres e doentes, e não o poder ou a ostentação. Era comum ver os mendigos e leprosos participando da sua mesa, pois acolhia todos os necessitados com abrigo e esmolas fartas. Suas virtudes levaram o povo e o clero a eleger Godofredo, Bispo de Amiens, mas ele só aceitou a diocese depois de receber ordem escrita do próprio Papa.

Outra missão difícil para Godofredo. Alí os ricos e poderosos preferiam a vida de muitos vícios, prazeres e luxos, sem nenhuma virtude e ligação com os ensinamentos cristãos. Começou empregando toda a força e eloqüência de sua pregação contra esses abusos denunciando-os do próprio púlpito. O que quase lhe causou a morte num atentado encomendado. Colocaram veneno em seu vinho, mas o plano foi descoberto antes.

Considerando-se inapto renunciou o cargo e se retirou para um local ermo. Só que nem os superiores nem o povo aceitaram a demissão e Godofredo foi reconduzido ao cargo. Mas foi por pouco tempo. Durante uma peregrinação à igreja de São Crispim e São Crispiniano, situada em Soissons, sua cidade natal, ele adoeceu. Morreu no dia 08 de novembro de 1115, no convento dedicada aos dois santos padroeiros dos sapateiros, onde foi enterrado.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011


04/11
São Carlos Borromeu
A obra de Santo Borromeu, um dos santos mais importantes e mais queridos da Igreja, poderia ser resumida em duas palavras: dedicação e trabalho. Mas para fazer justiça, como ele sempre pregou, temos que acrescentar mais uma, sem dúvida a mais importante: humildade. Oriundo da nobreza, Carlos Borromeu utilizou a inteligência notável, a cultura e o acesso às altas elites de Roma para posicionar-se à frente, ao lado e até abaixo dos pobres, doentes e, principalmente, das crianças.

Nasceu no castelo da família em Arona, próximo de Milão, a 02 de outubro de 1538. O pai era o conde Gilberto Borromeu e a mãe era Margarida de Médicis, a mesma casa da nobreza de grande influência na sociedade e na Igreja. Carlos era o segundo filho do casal, e aos doze anos a família o entregou para servir à Deus, como era hábito na época. Com vocação religiosa acentuada, penitente, piedoso e caridoso como os pobres.

Levou a sério os estudos diplomando-se em Direito Canônico, aos vinte e um anos de idade. Um ano depois fundou uma Academia para estudos religiosos, com total aprovação de Roma. Sobrinho de Pio IV, aos vinte e quatro anos já era sacerdote e Bispo de Milão. Na sua breve trajetória, deixou-se guiar apenas pela fé, atuando tanto na burocracia interna da Igreja quanto na evangelização, sem fazer distinção para uma ou para a outra. Talvez tenha sido o primeiro secretário de estado no sentido moderno da expressão. Formado pela universidade de Pávia, liderou uma reforma radical na organização administrativa da Igreja, que naquele período era alicerçada no nepotismo, abusos de influencias e sintomas graves de corrupção e decadência moral.

Para isso, conquistou a colaboração de instituições, das escolas, dos jesuítas, dos capuchinhos e de muitos outros. Foi um dos maiores fundadores que a Igreja possuiu. Criou seminários e vários institutos de utilidade pública para dar atendimento e abrigo aos pobres e doentes, o que lhe proporcionou o título de "pai dos pobres". Orientou muitas ordens e algumas que surgiram depois de sua morte o escolheram para padroeiro, dando continuidade à grandiosa obra de amparo aos mais pobres, que nos deixou. Contudo, tudo foi muito difícil, porque encontrou muita resistência de ordens conservadoras. Aliás, foi inclusive vítima de um covarde atentado enquanto rezava na capela. Mas saiu ileso e humildemente perdoou seu agressor.

Chegou o ano 1576 e com ele a peste. Milão foi duramente assolada e mais de cem padres pagaram com a própria vida as lágrimas que enxugaram de casa em casa. Um dos mais ativos era Carlos Borromeu. Visitava os contaminados, levando-lhes o sacramento e consolo sem limites nem precauções, num trabalho incansável que lhe consumiu as energias. Chegou a flagelar-se em procissões públicas, pedindo perdão a Deus em nome de seu povo.

Até que um dia foi apanhado finalmente pela febre, que minou seu organismo lentamente. Morreu anos depois se dizendo feliz por ter seguido os ensinamentos de Cristo e poder se encontrar com ele de coração puro. Tinha apenas quarenta e seis anos de idade, quando isso aconteceu no dia 04 de novembro de 1584, na sua sede episcopal, na Itália. O Papa Paulo V o canonizou no ano 1610 e designou a festa em homenagem à memória de Santo Carlos Borromeu, para o dia de sua morte.
Olá pessoal!

Neste domingo darei o encontro sobre a Santa Missa , montei um pequeno resumo quem quiser aproveitar.


A SANTA MISSA

Em quantas partes a Missa está dividida?
A celebração da Morte e Ressurreição do Senhor está dividida em duas partes: a Liturgia da Palavra e a Liturgia Eucarística, mas também temos outros ritos que servem de abertura e encerramento para a própria celebração.

PARTES DA MISSA E SUA EXPLICAÇÃO

 RITOS INICIAIS:
“Os ritos iniciais ou as partes que precedem a liturgia da palavra, isto é, cântico de entrada, saudação, ato penitencial, Senhor, Glória e oração da coleta, têm o caráter de exórdio, introdução e preparação. Estes ritos têm por finalidade fazer com que os fiéis, reunindo-se em assembléia, constituam uma comunhão e se disponham para ouvir atentamente a Palavra de Deus e celebrar dignamente a Eucaristia”.1
Quando a gente vai a Missa carrega todo o seu ser para dentro da celebração. Nós entramos na igreja convocados por Deus e por isso formamos uma assembléia.
Acolhidos em nome da Trindade pelo presidente, entramos na celebração para:
- Suplicar;
- Adorar;
- Louvar;
- Agradecer.
Assim sendo, formamos como que um corpo comunitário com uma só voz, uma só alma, e um só coração. Tudo o que vai acontecer a partir deste momento deve ajudar a participação de todos. Ela consegue dar toque de ressurreição às mágoas da nossa vida.
Por isso é que cantamos e dançamos; por isso é que devemos vestimos a melhor roupa; por isso é que devemos dar um ar festivo também ao local: por isso é que é a Páscoa semanal!

Canto de entrada: a assembléia se coloca de pé. Deve ser um canto alegre, para demonstrar alegria de estar na casa de Deus. Não é necessário anuncia-lo, basta iniciar.
Não é para acolher o Padre, mas é expressão da fé da comunidade reunida. Deve estar sempre relacionado com o tempo litúrgico. A sua finalidade é abrir a celebração, promover a união da assembléia, introduzir no mistério do tempo litúrgico ou da festa. 2Durante este canto o padre, acompanhado dos coroinhas e ministros, dirige-se para o altar. A procissão 3 deve passar pelo meio do povo, especialmente nos dias festivos.Faz-se uma inclinação (vênia) profunda e depois beija o altar. O beijo tem um endereço: não é para o mármore ou para a madeira do altar, mas para o Cristo, Pedra Angular. Logo em seguida o Presidente faz o sinal da cruz e todo o povo responde o Amém! Essa expressão “Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”, tem um sentido bíblico. Não quer dizer apenas “nome”, quer dizer a própria pessoa. Isso significa que estamos colocando a nossa vida, e toda nossa ação nas mãos da Santíssima Trindade.

Saudação: quando o Presidente da Celebração nos acolhe na casa de Deus, dizendo-nos: “A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo...”. Devemos responder: “Bendito seja Deus ...”. Toda a comunidade deve responder esta saudação, caso contrário é considerado como falta de educação.

Ato penitencial: é um convite para cada um olhar para dentro de si, reconhecer e confessar os “seus”pecados, e não os dos outros. Lembre que são por pensamentos, atos, palavras ou omissões. A absolvição que o padre dá nesse momento não é um sacramento, e sim uma purificação das faltas leves. Estamos pedindo a Deus que a sua misericórdia seja maior que nossos pecados. Os pecados graves necessitam de uma confissão sacramental e pessoal.

Hino de louvor: à Santíssima Trindade, louvamos o Pai, o Filho e o Espírito Santo, expressando a nossa alegria de filhos de Deus. Vem logo depois do Ato Penitencial, porque o perdão de Deus nos faz felizes e agradecidos. É cantado ou recitado aos domingos, nas solenidades e festas e em celebrações especiais, menos no tempo do Advento e da Quaresma.

Coleta: Começa com o “Oremos” e é seguido de uma pausa, para que durante esse tempo de silêncio cada pessoa faça mentalmente a sua oração pessoal. É o momento de pedir. Cristo nos ensinou: “Pedi e recebereis”. Deus tudo pode dar. Confiantes apresentamos os nossos pedidos. É o momento da oração. Nesta primeira parte do encontro da família de Deus. Apenas os filhos falaram depois, o Pai responderá. Em seguida, o padre eleva as mãos e segue com a oração, em nome de toda a Igreja. Levantar às mãos: assumindo e elevando a Deus todas as intenções dos fiéis. No final todos respondem “Amém!”.

LITURGIA DA PALAVRA

Não existe celebração na liturgia cristã em que não se proclame a Palavra de Deus. Isto porque a Igreja antes de tornar presente os mistérios de Cristo ela os contempla. Pela palavra, Deus convoca e recria o seu povo, através de uma resposta de conversão da parte de quem a ouve. Sentados para podermos escutar melhor o que Deus tem a nos dizer. Toda a comunidade, principalmente os que estão no presbitério, deve esperar o Presidente dirigir-se à sua cadeira, só depois que ele estiver sentado é que devemos sentar. É uma
norma de “educação Litúrgica”.

1ª Leitura: É sempre tirada do AT. exceto no período pascal que vai até Pentecostes. Neste período é retirada do Ato dos Apóstolos no NT. Deus fala a primeira vez, apresentando um fato ou acontecimento ou uma profecia que sirva de base, como exemplo ou motivação.

Salmo: É a nossa resposta a Deus. Pode ser utilizado outro canto de meditação, desde que sua mensagem esteja dentro do tema da leitura. Também tem a finalidade de ajudar a comunidade a meditar a palavra que acabou de ser proclamada.

2ª Leitura: – É a mais doutrinária e é sempre retirada do NT. O Pai leva o assunto à vida prática de cada dia, aplicando os seus ensinamentos ao nosso modo de viver. Podendo ser omitida na missa das crianças.

Aclamação: Ficamos de pé para aclamar Jesus que vai nos falar. O canto deve ser pequeno e conter a Aleluia.

Evangelho: Jesus fala em parábolas, proclama a Boa Nova. É o ponto alto da liturgia da Palavra. Cristo torna-se presente através de sua Palavra e da pessoa do sacerdote. Tal momento é revestido de cerimônia, devido sua importância. Todos ficam de pé e aclamam o Cristo que fala. O diácono ou o padre dirigem-se à mesa da palavra para proclamá-la. O que proclama a Palavra do evangelho menciona a presença do Cristo vivo entre nós. Faz o sinal da cruz na testa, na boca e no coração para que todo o ser fique impregnado da mensagem do Evangelho: a mente a acolha, a boca a proclame e o coração a sinta e a viva. Ouvimos o Evangelho de pé, em sinal de “muita aceitação” e, ao mesmo tempo, de respeito Àquele que nos deu a salvação.

Homilia: Uma explicação dos textos bíblicos. O padre “atualiza” o que foi dito há dois mil anos atrás. Na homilia, o sacerdote anima o povo, exorta-o e se for preciso o denuncia, mostrando a distância entre o ideal proposto e a vida concreta do povo.

Profissão de fé: Confirmamos nossa fé em Deus, em Cristo e sua Igreja e na Virgem Maria. É a declaração pública consciente e firme da própria fé. O credo é um resumo das verdades fundamentais que nos foram anunciadas pelo Pai, através de Cristo, e na inspiração do Espírito Santo. Estaremos de pé. É como um juramento público.

Oração dos fiéis: Também chamada “Oração Universal”, ou como dizem alguns “Preces da Comunidade”. É a palavra de Deus feita oração. Sua introdução e conclusão são feitas pelo Presidente da Celebração.
Com a oração dos fiéis termina a liturgia da palavra e começa a liturgia eucarística.

LITURGIA EUCARÍSTICA

Na liturgia eucarística atingimos o ponto alto da celebração. Durante ela a Igreja irá tornar presente o sacrifício que Cristo fez para nossa salvação. Não se trata de outro sacrifício, mas sim de trazer à nossa realidade a salvação que Deus nos deu. Durante esta parte a Igreja eleva ao Pai, por Cristo, sua oferta e Cristo dá-se como oferta por nós ao Pai, trazendo-nos graças e bênçãos para nossas vidas.

Procissão das ofertas: A assembléia ficará sentada neste momento, os coroinhas estarão servindo ao altar. As pessoas escolhidas representam toda a comunidade. A hóstia e o vinho serão transformados depois em Corpo e Sangue de Cristo, representam que estão saindo das mãos do homem trabalhador. Flor, Pão, Uva e dinheiro são frutos do trabalho e da generosidade dos fiéis. Nesse momento o coroinha deve colocar o Cálice sobre o altar. O Sacerdote e os coroinhas se dirigem para frente do altar, trazendo todas as oferendas. Logo após os coroinhas levam ao padre a água e o vinho, que são colocados no cálice. Uma gota de água e bastante vinho, essa mistura simboliza a união da natureza humana com a natureza divina. Assim como a água colocada no cálice torna-se uma só coisa com o vinho, também nós nos unimos com Cristo. Em seguida o Celebrante purifica suas mãos, este ato tem também o sentido de purificar a alma. Antigamente a comunidade levava para o altar alimentos e outros objetos que poderiam sujar as mãos do Presidente. Por isso, ele lavava as mãos. Atenção! O nome deste momento se chama lavabo, já os paramentos utilizados são: jarra, bacia e o manustérgio.

Prefácio: Significa “introdução, iniciação”. É solene hino de agradecimento e louvor ao Pai. E variam de acordo com as festas, ou com tempo do ano litúrgico. Termina invariavelmente, com exaltação do “Santo”. A assembléia se coloca de pé.

Oração Eucarística: Oração de agradecimento. Analisaremos em três partes:
- Jesus institui a eucaristia dentro de uma refeição.
- Na ceia, Ele não só oferece alimento a quem o amava, mas deu-se como comida e bebida sagrada.
- Na instituição da Eucaristia Jesus toma o pão, da graça e diz: “Isto é o meu corpo...”. Jesus abençoa o vinho, declarando-o seu sangue, o sangue da nova e eterna aliança.

Antes da Consagração: após o Prefácio, o sacerdote, assume a posição de representante oficial da Igreja e da comunidade reunida, para dirigir-se de modo especial, solene e confiante, ao Pai, através da Oração Eucarística. O sacerdote afirma, em primeiro lugar, a santidade e a bondade do Pai, que pelo Cristo reúne seu povo, para que ofereça o sacrifício perfeito a missa. Em seguida pede, ao Pai que santifique pelo Espírito Santo, o pão e o vinho, para que sejam mudados em corpo e sangue de Jesus Cristo. Nos colocamos ajoelhados.

Durante a Consagração: Transubstanciação = Presença real de Jesus na Eucaristia, pela mudança da substância do pão e do vinho na de seu corpo e de seu sangue. Neste momento, o próprio Cristo age e fala pelo sacerdote, o qual se torna apenas instrumento de Cristo. É a consagração. “Na noite em que ia ser entregue...”. Após estas palavras, o sacerdote ergue e mostra a Hóstia Consagrada à comunidade presente para que O adore. Colocando-O sobre o altar, ele mesmo ajoelha-se para fazer uns instantes de adoração ao Cristo presente na Hóstia. E prossegue: “Do mesmo modo,...”, o sacerdote ergue o cálice do sangue de Cristo para adorarem, colocando-O depois sobre o altar, o sacerdote ajoelha-se para adorá-Lo. Cristo está presente no Altar. Na hora da consagração, ponha-se de joelhos, como sinal consciente e convicto de adoração ao Cristo, que está no altar. Quando o sacerdote erguer o Corpo, e depois, o Sangue de Cristo, eleve seus olhares para saudar, de coração, o Cristo presente, adore-O, dizendo-Lhe, no seu íntimo, aquilo que você encontra de melhor, para afirma-lhe sua Fé e aceitação. Crie o hábito de fazer alguma declaração silenciosa ao Cristo: “Meu Senhor e Meu Deus”, “Cristo creio em Ti, mas aumentai e minha Fé”. Realizada a transubstanciação, o sacerdote apresenta o Cristo à comunidade dizendo: “Eis o mistério da Fé”. E a comunidade, na sua manifestação externa ao Cristo tornado presente, lhe diz: “Anunciamos, Senhor...” ou “ Toda às vezes ...”. Nesse momento nos colocamos de pé.

Dois fatos nos garantem que Jesus está presente no Pão e no Vinho consagrados:
a) A própria Palavra de Jesus.
b) A nossa Fé. Sem ela, ninguém entende a Eucaristia.

Após a Consagração: É o momento de oferta do sacrifício de Cristo ao Pai. O sacerdote prossegue a  oração Eucarística oferecendo-a ao Pai. Depois confiante no valor da oferta, faz os pedidos necessários à Igreja, para nossa salvação pessoal e atual, que o Espírito Santo nos de forca na caminhada, que unidos no amor formemos um todo, um só corpo, uma só vontade.

Por Cristo, com Cristo e em Cristo: Esse louvor é dito de pé, o Celebrante levanta a hóstia e o cálice. O próprio padre proclama, ou convida a comunidade para proclama junto, a assembléia diz ou canta o “Amém!”.

 RITO DA COMUNHÃO
Pai-Nosso: É recitado com as mãos erguidas ou de mãos dadas. Pode ser recitado ou cantado, mas sem alterar sua fórmula. Lembre-se: para que você se torne digno de comungar, deverá perdoar as ofensas.

Oração e Abraço da Paz: Neste momento fazemos um exercício de fraternidade, perdoando-nos uns aos outros, para poder receber o único Pão da Vida.

Fração do Pão: Lembrar que o padre coloca dentro do cálice um pedacinho da hóstia, ao mesmo tempo a Jesus partiu o Pão e deu aos seus discípulos na Ceia. Este gesto significa que nós, sendo muitos, ela comunhão do único pão da vida, que é Cristo, formando um único corpo. Ao partir o pão, o sacerdote coloca um pedacinho no cálice. A explicação mais simples para esse gesto é as duas espécies – pão e vinho (corpo e
sangue de Cristo) – Forma uma unidade e fazem parte da mesma realidade: a pessoa de Jesus Cristo. Durante a fração do pão, a assembléia canta ou recita Cordeiro de Deus.

Cordeiro de Deus: O sacerdote prepara-se para comungar – e em voz baixa, dirige ao Cristo uma oração de preparação para comunhão. Logo após o Sacerdote ajoelha e pede a Jesus que aquela comunhão seja para a sua salvação. Ele levanta a hóstia e diz: “Felizes os convidados...” a comunidade responde olhando para a hóstia: “Senhor eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma só palavra e serei salvo(a).”

Comunhão do Sacerdote: Toda vez que celebra, ele deve comungar, para que o ritual memorial seja completo. Se ele  oferece o sacrifício pela salvação de todos, ele mesmo deve ser o primeiro a receber em si, o preço de sua salvação.

Comunhão da Comunidade: O Padre nos convida e comungar, e nós nos colocamos a caminho, cantando. Cristo torna-se forca e vida espiritual crescente, luz para iluminar nossa existência, e forca para mover nossa vontade na busca do bem. Após receber a comunhão, nós agradecemos, rezando, cantando ou em silêncio.

Ação de graças: Momento de oração e silêncio, caso tenha música ela deve ser bem serena.

Oração após a comunhão: o sacerdote implora os frutos da celebração eucarística e o povo confirma, respondendo amém.

RITOS FINAIS
Avisos: Geralmente são breves, de acordo com as atividades da comunidade.

Benção Final: simples ou solene. O Missal Romano traz muitas bênçãos solenes para os vários tempos litúrgicos e festas dos santos.

Despedida: é conveniente que as pessoas saiam da celebração cheias de esperança, animadas e decididas a dar testemunho do amor de Deus no meio da sociedade. O sacerdote beija o altar e em seguida ele junto com os coroinhas e ministros fazem uma inclinação profunda em frente ao altar. É conveniente que a assembléia se retire somente depois que o Sacerdote tenha se retirado