segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Olha aí gente lista fresquinha dos CATEQUISTAS UNIDOS
1. http://catequesenanet.blogspot.com
9. http://catequesedeeucaristia.blogspot.com
46. http://catequistasemeandoamor.blogspot.com/
48. http://parajesuscomics.blogspot.com
49. http://ministerioparacriancasagudos.blogspot.com/
50. http://catequizandocomjesus.blogspot.com/
51. http://www.catequistaamadora.com.br/
52. http://viveereina.blogspot.com/
53. http://irenemiguel.blogspot.com
54. http://tiahelenanocoraodejesus.blogspot.com
55. http://aguasprofundasevangelizacao.blogspot.com
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57. http://jardimdaboanova.blogspot.com/
58. http://catequistamarcia.blogspot.com
59. http://catequesesantaisabel.blogspot.com/
60. http://catequesefeira.blogspot.com/
Você quer participar? É só entrar em http://catequesenanet.blogspot.com/p/catequistas-unidos.html
E sejam Bem Vindos
58. http://catequistamarcia.blogspot.com
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63. http://cantinhoreligioso-juliana.blogspot.com
64. http://moranguete-ilze.blogspot.com
65. http://catequizandonanet.blogspot.com
66. http://cateclicar.blogspot.com/
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E sejam Bem Vindos
domingo, 13 de novembro de 2011
13 de Novembro
Santo Estanislau Kostka
Apelidado de "anjo" na infância, Estanislau atingiu a juventude guardando todas as virtudes, como um anjo realmente. Mas não faltaram oportunidades para entregar se entregar aos prazeres mundanos, pois pertencia a uma família nobre e poderosa.Nasceu em 28 de outubro 1550, e viveu com seus pais até a idade de treze anos. Aos quatorze, foi estudar no seminário dos padre jesuítas em Viena, junto com seu irmão mais velho e o tutor. Mas o seminário logo foi fechado pelo imperador Maximiliano e toda a comunidade estudantil acabou senso abrigada no castelo de um príncipe protestante. O ambiente do castelo era cheio de festas e jogos de prazeres, o que não combinava com o que buscava Estanislau, uma vida dentro da oração e da doutrina cristã. A situação para ele era das mais inadequadas, entretanto agradou ao irmão e ao tutor, que passaram a requisitar sua participação nesses jogos. Não bastasse isso, o príncipe protestante, queria impedir os católicos de irem à missa receber a comunhão. Depois, também era atormentado pelos colegas, que zombavam muito de sua preferência pela vida religiosa.Mas a luta contra o ambiente hostil e a vida de privações a que se obrigava acabaram por minar a saúde do rapaz. Frágil, ficou doente a ponto de quase perder a vida, mas o salvaram a fé profunda e a confiança em Maria Santíssima, de quem era devoto. Durante um sonho,um anjo apareceu-lhe para dar-lhe a eucaristia, a Virgem Mãe também, curando-o ao colocar-lhe o Menino Jesus nos braços. Estanislau, que já pensava em ser um padre jesuíta, contou tudo à família, que fora a Viena verificar como os filhos estavam vivendo e estudando. Aproveitou para dizer que queria mesmo ser um sacerdote.A oposição de seus pais foi total. Tentou insistir, mas foi em vão. Então, fugiu sozinho, disfarçado de mendigo, no caso de o perseguirem. De Viena, na Áustria, foi para Treves, na Alemanha, até chegar a uma casa provincial dos jesuítas. O provincial, na época, era Pedro Canísio, que o recebeu com amabilidade, mas teve de enfrentar a reação do pai do jovem, que ameaçou fazer expulsar todos os jesuítas da Polônia caso o filho não voltasse ao convivo da família. Mas Estanislau manteve-se irredutível.
Aos dezessete anos, Estanislau foi enviado para Roma, com uma carta de recomendação ao superior geral da Ordem, São Francisco de Bórgia, que com carinho o encaminhou para complementar o noviciado e os estudos de teologia no Colégio Romano. Foram apenas nove meses entre os jesuítas, mas plenos de trabalho, estudo, dedicação e disciplina, exemplares. Até ser acometido por uma febre misteriosa e, no dia 15 de agosto de 1568, festa da Assunção de Nossa Senhora, partir docemente ao encontro de Deus.
O seu túmulo tornou-se local de muitas graças e rota de peregrinação. O papa Bento XIII canonizou-o em 13 de novembro de 1726, e designou esta data para celebrar a festa em memória do padroeiro dos noviços.
Santo Estanislau Kostka
Apelidado de "anjo" na infância, Estanislau atingiu a juventude guardando todas as virtudes, como um anjo realmente. Mas não faltaram oportunidades para entregar se entregar aos prazeres mundanos, pois pertencia a uma família nobre e poderosa.Nasceu em 28 de outubro 1550, e viveu com seus pais até a idade de treze anos. Aos quatorze, foi estudar no seminário dos padre jesuítas em Viena, junto com seu irmão mais velho e o tutor. Mas o seminário logo foi fechado pelo imperador Maximiliano e toda a comunidade estudantil acabou senso abrigada no castelo de um príncipe protestante. O ambiente do castelo era cheio de festas e jogos de prazeres, o que não combinava com o que buscava Estanislau, uma vida dentro da oração e da doutrina cristã. A situação para ele era das mais inadequadas, entretanto agradou ao irmão e ao tutor, que passaram a requisitar sua participação nesses jogos. Não bastasse isso, o príncipe protestante, queria impedir os católicos de irem à missa receber a comunhão. Depois, também era atormentado pelos colegas, que zombavam muito de sua preferência pela vida religiosa.Mas a luta contra o ambiente hostil e a vida de privações a que se obrigava acabaram por minar a saúde do rapaz. Frágil, ficou doente a ponto de quase perder a vida, mas o salvaram a fé profunda e a confiança em Maria Santíssima, de quem era devoto. Durante um sonho,um anjo apareceu-lhe para dar-lhe a eucaristia, a Virgem Mãe também, curando-o ao colocar-lhe o Menino Jesus nos braços. Estanislau, que já pensava em ser um padre jesuíta, contou tudo à família, que fora a Viena verificar como os filhos estavam vivendo e estudando. Aproveitou para dizer que queria mesmo ser um sacerdote.A oposição de seus pais foi total. Tentou insistir, mas foi em vão. Então, fugiu sozinho, disfarçado de mendigo, no caso de o perseguirem. De Viena, na Áustria, foi para Treves, na Alemanha, até chegar a uma casa provincial dos jesuítas. O provincial, na época, era Pedro Canísio, que o recebeu com amabilidade, mas teve de enfrentar a reação do pai do jovem, que ameaçou fazer expulsar todos os jesuítas da Polônia caso o filho não voltasse ao convivo da família. Mas Estanislau manteve-se irredutível.Aos dezessete anos, Estanislau foi enviado para Roma, com uma carta de recomendação ao superior geral da Ordem, São Francisco de Bórgia, que com carinho o encaminhou para complementar o noviciado e os estudos de teologia no Colégio Romano. Foram apenas nove meses entre os jesuítas, mas plenos de trabalho, estudo, dedicação e disciplina, exemplares. Até ser acometido por uma febre misteriosa e, no dia 15 de agosto de 1568, festa da Assunção de Nossa Senhora, partir docemente ao encontro de Deus.
O seu túmulo tornou-se local de muitas graças e rota de peregrinação. O papa Bento XIII canonizou-o em 13 de novembro de 1726, e designou esta data para celebrar a festa em memória do padroeiro dos noviços.
Santo Estanislau Kostka, rogai por nós
Olá pessoal !!!
Tudo bem om vocês?
Espero que sim...
Encontrei um texto bem interessante sobre a família e resolvi partilhar com vocês...
Herança do Mundo : AFAMÍLIA
Em 2005, o Santo Padre Bento XVI disse: “A família é o patrimônio do mundo” . Porque ela é muito valiosa, é a herança. Ela deve ser abrigada, protegida e colocada em uma posição privilegiada, já que ela representa um patrimônio muito importante. Esta é a verdadeira família para a sociedade e para a humanidade. A pessoa amada e respeitada, que vive em um ambiente bom, será saudável, segura e terá paz. Sociologicamente, nós aprendemos que a família é a célula da sociedade. Se as células estão bem, o corpo estará bem, mas se as células estão doentes, todo o corpo irá refletir o desequilíbrio.
Hoje em dia à sagrada instituição da família sofre um ataque feroz. Muitos tem caído e outros tem sido letalmente infectados, como uma pessoa doente que clama por tratamento na emergência, pois, se não for tratada, morrerá. Ataques —de todo o tipo— são cuidadosamente orquestrados para atingir o alvo e feri-lo mortalmente. Isto é muito triste. A família, sem uma barreira protetora, está totalmente exposta aos dardos inflamados do inimigo. E o inimigo de Deus, sabendo que não pode prejudicar Jesus Cristo —que já o derrotou ao custo do Seu sangue na Cruz do Calvário— sabe perfeitamente que pode atacar cada um de seus filhos, a quem Deus ama muito.
Quando uma família é destruída, os danos são coletivos, já que não afetam apenas uma pessoa, mas a toda Família ou, como se diz , a Igreja Doméstica (cf. LG, 11; FC, 28). Pais e filhos são então deixados à deriva, expostos às mãos do demônio para cair em pecado. Ficam abertos às muitas tentações excitantes que o demônio oferece, bloqueadas “nas” gerações ou “na minha” geração. Sua estratégia é: “dividir e conquistar”, em oposição a “a união faz a força”.
Que força subsiste ao cair na armadilha da divisão e do individualismo? Que abrigo existe sem a unidade e o amor de Deus? Nenhum.
A aproximação aos extremos é uma forma de distorcer o papel e a missão da família, que começa com a união de um homem e uma mulher no vínculo sagrado do matrimônio. Um exemplo disso é chamar “casamento” a união de duas pessoas, independentemente do seu sexo. Como sabemos, em alguns países, os casais homossexuais podem livremente adotar crianças... O que os jovens podem aprender com isso? Que identidade terão? Que conceito de família terão? E em que base eles constituirão suas próprias famílias? Qual será o futuro do mundo? É exatamente neste domínio que nascerão grandes santos ou os criminosos mais perversos. Deus criou as pessoas para viverem de uma maneira.
Não há outra! A família é o dom maravilhoso concebido por Deus, onde novas vidas são geradas, onde a vida é respeitada, onde há um abrigo para o ser humano e onde os filhos são promovidos e formados. Um modelo verdadeiro de família é a Família de Nazaré, onde o cuidado parental de São José e da Virgem Maria —Mãe de Jesus e nossa Mãe— são abundantes: “E o menino crescia, tornava-se robusto, enchia-se de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele” (Lc 2,40).
Um band-aid ou um analgésico, que curam externamente, não são suficientes quando a infecção é interna. Soluções fáceis geram resultados fáceis, imediatas e superficiais. O tratamento deve ser cirúrgico, profundo, que pode machucar, mas necessário. Só Deus pode e quer fazer isso. Ele quer tirar nosso coração de pedra e nos dar coração de carne (cf. Ez 36,26), um coração sensível e aberto ao Seu amor e perdão. Um novo coração onde o Espírito de Jesus habita. O Senhor espera muito das famílias. Ele é o pai do filho pródigo que voltou para casa cansado, faminto, quebrantando. O filho perdido, que se deixou deslumbrar pelos caminhos do mundo, mas, mesmo assim voltou para casa, onde era verdadeiramente o seu lugar. É difícil encontrar palavras para descrever a sensação maravilhosa que ele sentiu nos braços amorosos do seu pai. O pai o cercou e o abraçou com muito amor, encheu-o de beijos —abraços e beijos que curam. Ele também restaurou tudo o que ele, o seu filho, havia perdidoe devolveu a dignidade inerente à pessoa humana.
Enquanto o filho, humilde e corajosamente se dirigiu em direção ao seu pai, nós, ingênua e frequentemente fazemos o contrário.Queremos consertar um carro na floricultura, tirar um dente no mecânico, consertar um vazamento de água chamando um pintor e buscamos, enlouquecidamente, por um imediatismo. Muitos de nós caem dessa forma! Olhamos para as soluções em lugares errados. A única salvação para a família é buscarmos a Deus e nos entregarmos a Ele. Fora Dele, não há salvação.
“Caiu a chuva, vieram as enxurradas, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, mas ela não caiu, porque estava alicerçada na rocha” (Mt 7,25). É decisivo: areia ou rocha, resistir ou cair com a chegada das chuvas, tempestades e até furacões! Só a família alicerçada sobre a rocha pode suportar todos os tipos de ataques. Sua Santidade, o Papa Bento XVI, nos encoraja a “estabelecer as bases da vida na rocha da Palavra que é Jesus Cristo”
Bjs
Até a próxima
sábado, 12 de novembro de 2011
São Josafá
12 de Novembro
São Josafá
A- A+
Com a mudança de vida mudou também o nome para Josafá, pois era comerciante até que, tocado pelo Espírito do Senhor, abraçou a fé católica e entrou para a Ordem de São Basílio, na qual, como monge desde os 24 anos, tornou-se apóstolo da unidade e sacerdote do Senhor. Dotado de muitas virtudes e dons, foi superior de vários conventos, até tornar-se Arcebispo de Polotsk em 1618 e lutar pela formação do Clero, pela catequese do povo e pela evangelização de todos.
São Josafá, além de promover com o seu testemunho a caridade para com os pobres, desgastou-se por inteiro na promoção da unidade da Igreja Bizantina com a Romana; por isso conseguiu levar muitos a viverem unidos na Igreja de Cristo. Os que entravam em comunhão com a Igreja Romana, como Josafá, passaram a ser chamados de "uniatas", ou seja, excluídos e acusados de maus patriotas e apóstolos, segundo os ortodoxos. Aconteceu que numa viagem pastoral, Josafá, com 43 anos na época, foi atacado, maltratado e martirizado. Após ser assassinado, São Josafá foi preso a um cão morto e lançado num rio. Dessa forma, entrou no Céu, donde continua intercedendo pela unidade dos cristãos, tanto assim que os próprios assassinos mais tarde converteram-se à unidade desejada por Nosso Senhor Jesus Cristo.
São Josafá, rogai por nós!
Texto retirado do site da canção nova
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
São Martinho de ToursSão Martinho de Tours
11 de Novembro
A- A+
Nasceu em 316 na Panônia (atual Hungria), numa família pagã que da parte do pai (oficial do exército romano) fez de Martinho um militar, enquanto o Pai do Céu o estava fazendo cristão, já que começou a fazer o Catecumenato.
Certa vez quando militar, mas ainda não batizado, Martinho partiu em duas partes seu manto para dá-lo a um pobre, e assim Jesus aparece-lhe durante a noite e disse-lhe: "Martinho, principiante na fé, cobriu-me com este manto". Então este homem de Deus foi batizado e abandonou a vida militar para viver intensamente a vida religiosa e as inspirações do Espírito Santo para sua vida.
Com a direção e ajuda do Bispo Hilário, Martinho tornou-se monge, Diácono, fundador do primeiro mosteiro na França e depois sacerdote que formava os seus "filhos" para a contemplação e ao mesmo tempo para a missão de evangelizar os pagãos; diferenciando-se com isso dos mosteiros do Oriente.
Por ser fiel no pouco, São Martinho recebeu o mais, que veio com a sua Ordenação para Bispo em Tours. Isto não o impediu de fundar ainda muitos outros mosteiros a fim de melhor evangelizar sua Diocese. Entrou no Céu em 397.
São Martinho de Tours, rogai por nós!
Texto retirado do site http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Olá pessoal!!!
Saudades!!!
Vocês já conhecem Grupo dos Catequistas Unidos?
Nãoooo
Pois não sabem o que estão perdendo....
É só entrarem no site http://catequesenanet.blogspot.com
e verem como fazer...
Temos que nos unir cada vez mais para proclamar a Palavra de Deus por todo
o mundo.
Beijocas
Cássia
| 08/11 | |
Santo Deodato
São Deodato I ou Deusdedit, segundo historiadores surgiu por
volta dos séculos da primeira Idade Média: Filho de subdiácono romano Estevão,
foi por quarenta anos padre em Roma antes de suceder ao Papa Bonifácio IV a 19
de outubro de 615. Foi o primeiro Papa que estabeleceu com doações para
distribuir ao povo por ocasião da morte do sumo pontífice. Em Roma o Papa era
são somente o Bispo e o Pai espiritual, mas também o guia civil, o juiz, o
supremo magistrado, a garantia da ordem. Com a morte de cada pontífice, os
romanos se sentiam privados de proteção, expostos às invasões dos bárbaros
nórdicos ou às reivindicações do império do Oriente. A teoria dos dois únicos,
Papa e imperador, que deviam governar unidos o mundo cristão, não encontrava
grandes adesões em Constantinopla.
O Papa Deodato mostrou-se, todavia mediador com o outro único,
que a bem da verdade era pouco solícito para o bem dos italiados, salvo uma vez,
que enviou o exarca Eleutério para acabar com as revoltas de Ravena e de
Nápoles. Foi a única vez que o Papa Deodato, ocupado em aliviar os desconfortos
da população da cidade, nas calamidades acima referidas, teve um contato, se bem
que indereto, com o imperador.
Foi inserido no Martirológio Romano, pelo Cardeal Barônio um episódio que revalidaria a fama de santidade que circundava o pontífice "dado por Deus" (conforme a etimologia do seu nome) para guiar os cristãos em épocas tão difíceis: durante uma das suas frequentes visitas aos doentes, os mais abandonados, os que era atingidos pela lepra, teria curado um desses infelizes, após havê-lo amavelmente abraçado e beijado. São Deodato morreu em novembro do ano 618, amado e chorado pelos romanos que tiveram a oportunidade de apreciar seu bom coração durante grandes calamidades que se abateram sobre Roma nos seus três anos de pontificado: terremoto, que deu golpe de graça aos edifícios de mármore dos Foros, já devastados por sucessivas invasões bárbaras e horríveis epidemia. | |
Santo
Godofredo
Os pais de Godofredo rezaram muito para que Deus lhes desse um
herdeiro. Até que em 1066, ele nasceu no castelo da família em Soissons, onde
foi batizado com um nome que já apontava a direção que seguiria. Godofredo quer
dizer: paz de Deus, e foi o que este francês espalhou por onde passou durante
toda a vida.
Com cinco anos foi entregue para ser educado pelos monges beneditinos e do convívio com a religiosidade nunca mais se afastou. Quando a educação se completou, foi para o convento de São Quintino e ordenando-se sacerdote aos vinte e cinco anos de idade. A sua integridade de caráter, profundidade nos conhecimentos dos assuntos da fé, bem como a visão social que demonstrava, logo chamaram a atenção dos superiores. Tanto que foi nomeado abade do convento de Nogent com a delicada missão de restabelecer as regras disciplinares dos monges, muito afastados do ideal da vida cristã. Em poucos anos a comunidade mudou completamente, tornando-se um centro que atraía religiosos de outras localidades que ali passaram a buscar orientação e conselhos de Godofredo. Quando os monges de um convento, famoso, rico e poderoso, o convidaram para ser o abade, ele recusou. O que desejava era viver no seguimento de Cristo dedicando-se à caridade e trabalhando no amparo e proteção aos pobres e doentes, e não o poder ou a ostentação. Era comum ver os mendigos e leprosos participando da sua mesa, pois acolhia todos os necessitados com abrigo e esmolas fartas. Suas virtudes levaram o povo e o clero a eleger Godofredo, Bispo de Amiens, mas ele só aceitou a diocese depois de receber ordem escrita do próprio Papa. Outra missão difícil para Godofredo. Alí os ricos e poderosos preferiam a vida de muitos vícios, prazeres e luxos, sem nenhuma virtude e ligação com os ensinamentos cristãos. Começou empregando toda a força e eloqüência de sua pregação contra esses abusos denunciando-os do próprio púlpito. O que quase lhe causou a morte num atentado encomendado. Colocaram veneno em seu vinho, mas o plano foi descoberto antes. Considerando-se inapto renunciou o cargo e se retirou para um local ermo. Só que nem os superiores nem o povo aceitaram a demissão e Godofredo foi reconduzido ao cargo. Mas foi por pouco tempo. Durante uma peregrinação à igreja de São Crispim e São Crispiniano, situada em Soissons, sua cidade natal, ele adoeceu. Morreu no dia 08 de novembro de 1115, no convento dedicada aos dois santos padroeiros dos sapateiros, onde foi enterrado. | |
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Olá pessoal!
Neste domingo darei o encontro sobre a Santa Missa , montei um pequeno resumo quem quiser aproveitar.
Neste domingo darei o encontro sobre a Santa Missa , montei um pequeno resumo quem quiser aproveitar.
A SANTA MISSA
Em quantas partes a Missa está dividida?
A celebração da Morte e Ressurreição do Senhor está
dividida em duas partes: a Liturgia da Palavra e a Liturgia Eucarística, mas também temos outros ritos que servem de abertura e encerramento para a própria celebração.
PARTES DA MISSA E SUA EXPLICAÇÃO
RITOS INICIAIS:
“Os ritos iniciais ou
as partes que precedem a liturgia da palavra, isto é, cântico de entrada,
saudação, ato penitencial, Senhor, Glória e oração da coleta, têm o caráter de exórdio,
introdução e preparação. Estes ritos têm por finalidade fazer com que os fiéis,
reunindo-se em assembléia, constituam uma comunhão e se disponham para ouvir atentamente
a Palavra de Deus e celebrar dignamente a Eucaristia”.1
Quando a gente vai a Missa carrega
todo o seu ser para dentro da celebração. Nós entramos na igreja convocados por
Deus e por isso formamos uma assembléia.
Acolhidos em nome da Trindade
pelo presidente, entramos na celebração para:
- Suplicar;
- Adorar;
- Louvar;
- Agradecer.
Assim sendo, formamos como que
um corpo comunitário com uma só voz, uma só alma, e um só coração. Tudo o que
vai acontecer a partir deste momento deve ajudar a participação de todos. Ela
consegue dar toque de ressurreição às mágoas da nossa vida.
Por isso é que cantamos e
dançamos; por isso é que devemos vestimos a melhor roupa; por isso é que
devemos dar um ar festivo também ao local: por isso é que é a Páscoa semanal!
• Canto de entrada: a
assembléia se coloca de pé. Deve
ser um canto alegre, para demonstrar alegria de estar na casa de Deus. Não é necessário anuncia-lo, basta iniciar.
Não é para acolher o Padre, mas é expressão da fé da
comunidade reunida. Deve estar sempre relacionado com o tempo litúrgico. A sua
finalidade é abrir a celebração, promover a união da assembléia, introduzir no
mistério do tempo litúrgico ou da festa. 2Durante este canto o padre,
acompanhado dos coroinhas e ministros, dirige-se para o altar. A procissão 3 deve
passar pelo meio do povo, especialmente nos dias festivos.Faz-se uma inclinação
(vênia) profunda e depois beija o altar. O beijo tem um endereço: não é para o
mármore ou para a madeira do altar, mas para o Cristo, Pedra Angular. Logo em
seguida o Presidente faz o sinal da cruz e todo o povo responde o Amém! Essa expressão
“Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”, tem um sentido bíblico. Não
quer dizer apenas “nome”, quer dizer a própria pessoa. Isso significa que
estamos colocando a nossa vida, e toda nossa ação nas mãos da Santíssima
Trindade.
• Saudação: quando o Presidente da Celebração nos acolhe na
casa de Deus, dizendo-nos: “A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo...”. Devemos
responder: “Bendito seja Deus ...”. Toda a comunidade deve responder esta
saudação, caso contrário é considerado como falta de educação.
• Ato penitencial: é um convite para cada um olhar para dentro de si,
reconhecer e confessar os “seus”pecados, e não os dos outros. Lembre que são
por pensamentos, atos, palavras ou omissões. A absolvição que o padre dá nesse
momento não é um sacramento, e sim uma purificação das faltas leves. Estamos
pedindo a Deus que a sua misericórdia seja maior que nossos pecados. Os pecados
graves necessitam de uma confissão sacramental e pessoal.
• Hino de louvor: à Santíssima Trindade, louvamos o Pai, o Filho e o
Espírito Santo, expressando a nossa alegria de filhos de Deus. Vem logo depois
do Ato Penitencial, porque o perdão de Deus nos faz felizes e agradecidos. É
cantado ou recitado aos domingos, nas solenidades e festas e em celebrações
especiais, menos no tempo do Advento e da Quaresma.
• Coleta: Começa com o “Oremos” e é seguido de uma pausa,
para que durante esse tempo de silêncio cada pessoa faça mentalmente a sua
oração pessoal. É o momento de pedir. Cristo nos ensinou: “Pedi e recebereis”.
Deus tudo pode dar. Confiantes apresentamos os nossos pedidos. É o momento da
oração. Nesta primeira parte do encontro da família de Deus. Apenas os filhos
falaram depois, o Pai responderá. Em seguida, o padre eleva as mãos e segue com
a oração, em nome de toda a Igreja. Levantar às mãos: assumindo e elevando a
Deus todas as intenções dos fiéis. No final todos respondem “Amém!”.
LITURGIA DA PALAVRA
Não existe celebração na
liturgia cristã em que não se proclame a Palavra de Deus. Isto porque a Igreja
antes de tornar presente os mistérios de Cristo ela os contempla. Pela palavra,
Deus convoca e recria o seu povo, através de uma resposta de conversão da parte
de quem a ouve. Sentados para podermos
escutar melhor o que Deus tem a nos dizer. Toda a comunidade, principalmente os que estão no presbitério,
deve esperar o Presidente dirigir-se à sua cadeira, só depois que ele estiver
sentado é que devemos sentar. É uma
norma de “educação Litúrgica”.
• 1ª Leitura: É sempre tirada do AT. exceto no período pascal
que vai até Pentecostes. Neste período é retirada do Ato dos Apóstolos no NT.
Deus fala a primeira vez, apresentando um fato ou acontecimento ou uma profecia
que sirva de base, como exemplo ou motivação.
• Salmo: É a nossa resposta a Deus. Pode ser utilizado outro
canto de meditação, desde que sua mensagem esteja dentro do tema da leitura.
Também tem a finalidade de ajudar a comunidade a meditar a palavra que acabou
de ser proclamada.
• 2ª Leitura: – É a mais doutrinária e é sempre retirada do NT.
O Pai leva o assunto à vida prática de cada dia, aplicando os seus ensinamentos
ao nosso modo de viver. Podendo ser omitida na missa das crianças.
• Aclamação: Ficamos
de pé para aclamar Jesus que vai nos
falar. O canto deve ser pequeno e conter a Aleluia.
• Evangelho: Jesus fala em parábolas, proclama a Boa Nova. É o
ponto alto da liturgia da Palavra. Cristo torna-se presente através de sua
Palavra e da pessoa do sacerdote. Tal momento é revestido de cerimônia, devido
sua importância. Todos ficam de pé e aclamam o Cristo que fala. O diácono ou o
padre dirigem-se à mesa da palavra para proclamá-la. O que proclama a Palavra
do evangelho menciona a presença do Cristo vivo entre nós. Faz o sinal da cruz
na testa, na boca e no coração para que todo o ser fique impregnado da mensagem
do Evangelho: a mente a acolha, a boca a proclame e o coração a sinta e a viva. Ouvimos
o Evangelho de pé, em sinal de “muita aceitação”
e, ao mesmo tempo, de respeito Àquele que nos deu a salvação.
• Homilia: Uma explicação dos textos bíblicos. O padre
“atualiza” o que foi dito há dois mil anos atrás. Na homilia, o sacerdote anima
o povo, exorta-o e se for preciso o denuncia, mostrando a distância entre o
ideal proposto e a vida concreta do povo.
• Profissão de fé: Confirmamos nossa fé em Deus, em Cristo e sua
Igreja e na Virgem Maria. É a declaração pública consciente e firme da própria
fé. O credo é um resumo das verdades fundamentais que nos foram anunciadas pelo
Pai, através de Cristo, e na inspiração do Espírito Santo. Estaremos de pé. É como um juramento público.
• Oração dos fiéis: Também chamada “Oração Universal”, ou como dizem alguns “Preces da Comunidade”. É a palavra de Deus feita oração. Sua introdução e conclusão são
feitas pelo Presidente da Celebração.
Com a oração dos fiéis termina a liturgia
da palavra e começa a liturgia eucarística.
LITURGIA EUCARÍSTICA
Na liturgia eucarística
atingimos o ponto alto da celebração. Durante ela a Igreja irá tornar presente
o sacrifício que Cristo fez para nossa salvação. Não se trata de outro sacrifício, mas sim de trazer à nossa realidade a salvação que
Deus nos deu. Durante esta parte a Igreja eleva ao Pai, por Cristo, sua oferta
e Cristo dá-se como oferta por nós ao Pai, trazendo-nos graças e bênçãos para
nossas vidas.
• Procissão das
ofertas: A assembléia ficará sentada neste momento, os
coroinhas estarão servindo ao altar. As pessoas escolhidas representam toda a comunidade. A hóstia e o vinho
serão transformados depois em Corpo e Sangue de Cristo, representam
que estão saindo das mãos do homem trabalhador. Flor, Pão, Uva e dinheiro são
frutos do trabalho e da generosidade dos fiéis. Nesse momento o coroinha deve
colocar o Cálice sobre o altar. O Sacerdote e os coroinhas se dirigem para
frente do altar, trazendo todas as oferendas. Logo após os coroinhas levam ao
padre a água e o vinho, que são colocados no cálice. Uma gota de água e
bastante vinho, essa mistura simboliza a união da natureza humana com a
natureza divina. Assim como a água colocada no cálice torna-se uma só coisa com
o vinho, também nós nos unimos com Cristo. Em seguida o Celebrante purifica
suas mãos, este ato tem também o sentido de purificar a alma. Antigamente a
comunidade levava para o altar alimentos e outros objetos que poderiam sujar as
mãos do Presidente. Por isso, ele lavava as mãos. Atenção! O nome deste momento se chama lavabo, já os
paramentos utilizados são: jarra, bacia e o manustérgio.
• Prefácio: Significa “introdução, iniciação”. É solene hino
de agradecimento e louvor ao Pai. E variam de acordo com as festas, ou com
tempo do ano litúrgico. Termina invariavelmente, com exaltação do “Santo”. A assembléia se coloca de pé.
• Oração
Eucarística: Oração de agradecimento.
Analisaremos em três partes:
- Jesus institui a eucaristia dentro de uma
refeição.
- Na ceia, Ele não só oferece alimento a quem o
amava, mas deu-se como comida e bebida sagrada.
- Na instituição da Eucaristia Jesus toma o pão, da
graça e diz: “Isto é o meu corpo...”. Jesus abençoa o vinho, declarando-o seu
sangue, o sangue da nova e eterna aliança.
• Antes da
Consagração: após o Prefácio, o sacerdote,
assume a posição de representante oficial da Igreja e da comunidade reunida,
para dirigir-se de modo especial, solene e confiante, ao Pai, através da Oração
Eucarística. O sacerdote afirma, em primeiro lugar, a santidade e a bondade do
Pai, que pelo Cristo reúne seu povo, para que ofereça o sacrifício perfeito a
missa. Em seguida pede, ao Pai que santifique pelo Espírito Santo, o pão e o
vinho, para que sejam mudados em corpo e sangue de Jesus Cristo. Nos colocamos ajoelhados.
• Durante a
Consagração: Transubstanciação = Presença real de Jesus na
Eucaristia, pela mudança da substância do
pão e do vinho na de seu corpo e de seu sangue. Neste momento, o próprio Cristo
age e fala pelo sacerdote, o qual se torna apenas instrumento de Cristo. É a
consagração. “Na noite em que ia ser entregue...”. Após estas palavras, o sacerdote
ergue e mostra a Hóstia Consagrada à comunidade presente para que O adore. Colocando-O
sobre o altar, ele mesmo ajoelha-se para fazer uns instantes de adoração ao
Cristo presente na Hóstia. E prossegue: “Do mesmo modo,...”, o sacerdote ergue
o cálice do sangue de Cristo para adorarem, colocando-O depois sobre o altar, o
sacerdote ajoelha-se para adorá-Lo. Cristo está presente no Altar. Na hora da
consagração, ponha-se de joelhos, como sinal consciente e convicto de adoração
ao Cristo, que está no altar. Quando o sacerdote erguer o Corpo, e depois, o
Sangue de Cristo, eleve seus olhares para saudar, de coração, o Cristo
presente, adore-O, dizendo-Lhe, no seu íntimo, aquilo que
você encontra de melhor, para afirma-lhe sua Fé e aceitação. Crie o hábito de
fazer alguma declaração silenciosa ao Cristo: “Meu Senhor e Meu Deus”, “Cristo creio em
Ti, mas aumentai e minha Fé”. Realizada a transubstanciação, o sacerdote
apresenta o Cristo à comunidade dizendo: “Eis o mistério da Fé”. E a
comunidade, na sua manifestação externa ao Cristo tornado presente, lhe diz:
“Anunciamos, Senhor...” ou “ Toda às vezes ...”. Nesse momento nos colocamos de pé.
Dois fatos nos garantem que Jesus está presente no
Pão e no Vinho consagrados:
a) A própria Palavra de Jesus.
b) A nossa Fé. Sem ela, ninguém entende a
Eucaristia.
• Após a
Consagração: É o momento de oferta do
sacrifício de Cristo ao Pai. O sacerdote prossegue a oração Eucarística oferecendo-a ao Pai. Depois
confiante no valor da oferta, faz os pedidos necessários à Igreja, para nossa
salvação pessoal e atual, que o Espírito Santo nos de forca na caminhada, que
unidos no amor formemos um todo, um só corpo, uma só vontade.
• Por Cristo, com
Cristo e em Cristo: Esse
louvor é dito de pé, o Celebrante levanta a hóstia e o cálice. O próprio padre
proclama, ou convida a comunidade para proclama junto, a assembléia diz ou
canta o “Amém!”.
RITO DA COMUNHÃO
• Pai-Nosso: É recitado com as mãos erguidas ou de mãos dadas.
Pode ser recitado ou cantado, mas sem alterar sua fórmula. Lembre-se: para que
você se torne digno de comungar, deverá perdoar as ofensas.
• Oração e Abraço
da Paz: Neste momento fazemos um
exercício de fraternidade, perdoando-nos uns aos outros, para poder receber o
único Pão da Vida.
• Fração do Pão: Lembrar que o padre coloca dentro do cálice um
pedacinho da hóstia, ao mesmo tempo a Jesus partiu o Pão e deu aos seus
discípulos na Ceia. Este gesto significa que nós, sendo muitos, ela comunhão do
único pão da vida, que é Cristo, formando um único corpo. Ao partir o pão, o
sacerdote coloca um pedacinho no cálice. A explicação mais simples para esse
gesto é as duas espécies – pão e vinho (corpo e
sangue de Cristo) – Forma uma unidade e fazem parte
da mesma realidade: a pessoa de Jesus Cristo. Durante a fração do pão, a
assembléia canta ou recita Cordeiro de Deus.
• Cordeiro de Deus: O sacerdote prepara-se para comungar – e em voz
baixa, dirige ao Cristo uma oração de preparação para comunhão. Logo
após o Sacerdote ajoelha e pede a Jesus que aquela comunhão seja para a sua
salvação. Ele levanta a hóstia e diz: “Felizes os convidados...” a comunidade
responde olhando para a hóstia: “Senhor eu não sou digno de que entreis em
minha morada, mas dizei uma só palavra e serei salvo(a).”
• Comunhão do
Sacerdote: Toda vez que celebra, ele deve comungar, para que o ritual
memorial seja completo. Se ele oferece o
sacrifício pela salvação de todos, ele mesmo deve ser o primeiro a receber em
si, o preço de sua salvação.
• Comunhão da
Comunidade: O Padre nos convida e
comungar, e nós nos colocamos a caminho, cantando. Cristo torna-se forca e vida
espiritual crescente, luz para iluminar nossa existência, e forca para mover
nossa vontade na busca do bem. Após receber a comunhão, nós agradecemos,
rezando, cantando ou em silêncio.
• Ação de graças: Momento de oração e silêncio, caso tenha música
ela deve ser bem serena.
• Oração após a
comunhão: o sacerdote implora os frutos
da celebração eucarística e o povo confirma, respondendo amém.
RITOS FINAIS
• Avisos: Geralmente são breves, de acordo com as atividades da
comunidade.
• Benção Final: simples ou solene. O Missal Romano traz muitas bênçãos solenes
para os vários tempos litúrgicos e festas dos santos.
• Despedida: é conveniente que as pessoas saiam da celebração cheias de
esperança, animadas e decididas a dar testemunho do amor de Deus no meio da
sociedade. O sacerdote beija o altar e em seguida ele junto com os coroinhas e
ministros fazem uma inclinação profunda em frente ao altar. É conveniente que a
assembléia se retire somente depois que o Sacerdote tenha se retirado
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